“Meu marido, Júlio Monteiro, o queridinho de São Paulo e herdeiro de uma dinastia poderosa, um dia foi completamente apaixonado por mim. Ele desafiou seus pais elitistas pelo nosso amor, me prometendo a eternidade. Então, Kátia Franco apareceu. Encontrei uma pasta secreta em seu notebook, cheia de centenas de fotos dela e análises detalhadas de sua vida. Era uma obsessão nua e crua. Ele prometeu que não era nada, apenas "curiosidade", e eu, agarrada à memória do homem que me adorava, escolhi acreditar nele. O "jeito dele de resolver" foi começar um caso, levando-a para eventos públicos e me humilhando. Quando descobri que estava grávida, tive a esperança de que nosso bebê nos salvaria. Por algumas semanas, ele pareceu feliz. Então Kátia ligou, dizendo que Júlio também queria um bebê com ela, e que minha "pontuação" no afeto dele estava caindo. Em um momento de pura frustração, eu dei um tapa nela. A punição dele foi rápida e brutal. Ele me mandou prender, grávida de três meses, me deixando em uma cela fria. Ele até se inclinou para a minha barriga e sussurrou: "Sua mãe foi desobediente. Este é o castigo dela." O homem que um dia moveu céus e terras por mim agora me abandonava em uma cela, priorizando sua amante. Meu conto de fadas tinha se tornado um pesadelo, e eu não conseguia entender como chegamos a esse ponto.”