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Dez Anos Como Pupila

Capítulo 2 No.2

Palavras: 815    |    Lançado em: 12/08/2025

z gentil e paciente enquanto discutia o

na porta, ouvindo a voz que u

mente as palavras que

sentido de

bilidade. Para qual universidade ela ia,

ssos leves, como se tivesse medo d

a olhou ao redor do espaço

m quinz

a deixaria este lu

. Tinha a forma de uma chinchila, um presente de Heitor em seu dé

agora em diante, serei como esta c

sido seu

udo estava

igou a luminária. O quart

de fazer

e empoeirada do fundo do

presentes que Heitor lhe

ra conseguir em uma pequena e renomada loja de artesanato. U

ela os colo

m pouco mais vazio, como se um burac

de desolação e abriu a g

um caderno desb

seu

, registrando sua infância turbulenta após o divórcio de

a acidentalm

tarde naquela noite, ele foi ao seu q

lo e disse: "Alice, você é a estr

à sua escola e avisado os valentões. A par

gido secretamen

afia no diário se tornava mais nítid

prêmio importante e lhe disse:

e deu uma rosa e disse: "

ensagem que ele havia escrito para ela qu

e formar, você pode vir trabalhar na minh

enciosamente, borran

gou os olhos, sua ex

sgar o diário, p

um pedaço de seu pass

asgada, ela jogou todos os f

uviu um barulho vind

ncelos na sala de estar, puxando uma mal

, disse Heitor,

riu, aproximando-se. "Alice, eu

da. Dentro havia um lindo bolinho, uma mo

de Alice s

alergia grav

serviu uma sobremesa com purê de manga, e ela teve

a e tornou a cozinha uma zona estr

odas as suas preferências, to

de Clara, com um toque de descontentam

e tinha uma expressão que d

doeu com u

do seu afeto, mas também ha

, pegou a caixa, f

, Clara.

o se impor

ela deveria

ar sua decisão de par

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Dez Anos Como Pupila
Dez Anos Como Pupila
“Por dez anos, eu amei secretamente meu tutor, Heitor Alves. Depois que minha família desmoronou, ele me acolheu e me criou. Ele era o meu mundo inteiro. No meu aniversário de dezoito anos, juntei toda a minha coragem para confessar meu amor por ele. Mas a reação dele foi uma fúria que eu nunca tinha visto. Ele jogou meu bolo de aniversário no chão e rugiu: "Você enlouqueceu? Eu sou seu TUTOR!" Em seguida, ele rasgou impiedosamente em pedaços a pintura que levei um ano para fazer - minha confissão. Poucos dias depois, ele trouxe para casa sua noiva, Clara. O homem que havia prometido esperar que eu crescesse, que me chamava de sua estrela mais brilhante, havia desaparecido. Minha década de amor desesperado e ardente só conseguiu queimar a mim mesma. A pessoa que deveria me proteger se tornou a que mais me machucou. Olhei para a carta de aprovação da USP em minha mão. Eu tinha que ir embora. Tinha que arrancá-lo do meu coração, não importava o quanto doesse. Peguei o telefone e disquei o número do meu pai. "Pai", eu disse, com a voz rouca, "eu decidi. Quero ir ficar com você em São Paulo."”