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Seu Amor Venenoso, Minha Fuga

Seu Amor Venenoso, Minha Fuga

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Capítulo 1 

Palavras: 1891    |    Lançado em: 13/08/2025

o admirador, era o artista da minha dor. Ele já havia me p

a foto de sua mão com unhas perfeitas segurando uma taça de champanhe, c

scansando? Pedi para o médico ir aí. Sinto muito que tenha sido assi

endi o mecanismo. Pensei que fosse apenas a crueldade

a. Deve ser o suficiente para apaziguar Joyce desta vez. Mas minha dívida precisa ser paga. Quinze anos atrás, Joyce salvou minha vida. Ela

u um menino apavorado e chorando do banco de trás, pouco antes de o carro explodir. O nome dele era Arthur. Ele me chamou d

iça sobre uma mentira. Joyce havia roubado meu ato heroico, e eu estava p

ítu

a suportado novent

a nonagés

sos. Ela jazia no chão de mármore gelado do banheiro pr

em que o mundo via como seu admirad

o por sua mei

eçou em um tapete em um jantar de família, de

ntando um dedo tr

pete ali de propósito. Ela

gou em casa, seu rosto um

inha e a forçou a se ajoe

e disso. Você precisa aprender a

disso, foi a nonagé

r dois dias, sem comida e co

a havia recebido mais elogios por

através da grossa porta de madeira.

eira punição foi

debaixo d'água na banhei

so de orquídeas que Joyce lhes dera,

símbolo da bondade dela. Seu

nonagés

erda estava

mente com um livro pes

arquitetura, um esboço do qual se orgulhava,

oluçando, dizendo que Alana a es

branco e quente. Ela tentou se mover, rastejar para longe do

para debaixo de uma penteadeira d

sagem.

gurando uma taça de champanhe. A legenda dizia: "Com

ho, mas nunca entendeu o mecanismo. Pensou que fosse apenas a cr

mensagem vibrou.

í. Sinto muito que tenha sido assim, mas você precis

hos para sua brilhante esposa arquiteta, Alana Menezes. Ele comprava ilhas para ela, nomeava empres

is acreditar

homem que beijava suas cicatrizes com tanta

vel, uma tempestade de adoração e grandes gestos. El

osa com o amor. Seu pa

Seu pai, um homem obcecado em subir na v

ana em um inferno silencioso. Ela se tornou a empregada não remun

ova esposa, permitiu. Ele via Alana não c

o em uma festa que seu pai deu e viu Joyce "acidentalmente" tro

vez disso, caminhou até o pai dela

e seu pai despencaram. Arthur havia si

restou da empresa de seu pai, efetivamente devolvendo a el

rem publicamente com ela. Ele fez Joyce se

mãos, seus olhos ardendo com uma

inguém te machucar de

acreditou nele. Ela se jogou em seus braços e

. Era tudo

tornou o único autorizado a mach

a pedra fria e dur

orquê. Precisava entend

adeira como apoio. Tinha que chegar ao escritório dele. Seu

, pelo corredor grandioso e silenci

e. A porta estava trancada com um scanner bio

sma. O aniversário dela. A ironi

abriu com

erfume caro. Era um lugar onde el

m aplicativo de gravação de voz ainda estava

uivo mais recente

a sala silenciosa,

ara apaziguar Joyce desta vez. Tem que ser o suficiente. Não suporto

ana sentiu o chão des

hamas depois do sequestro. Ela era apenas uma criança, tão corajosa. Jurei n

Um som de co

s punições... são uma forma de corrigi-la, de equilibrar a balança. De mant

Alana ficou

o em chamas. Qu

quem es

van preta bater. Fui eu quem tirou um menino apavorad

brancelha, um detalhe que eu nunca esqueci. Ele me chamou de sua "

ltei com a polícia, outra garota estava

Jo

garrou a mesa, uma ond

distorcido de justiça sobre uma mentira. Joyce havia

Uma dor que se tornara mais frequente nos últimos

a semana passada, abraçando

Vou contratar todos os especialistas

Sua proteção era uma jau

u corpo gritava u

gi

r de Arthur era absoluto. Ele tinha

o dele. Alguém poderoso o

l Uli

ologia. Um homem que, segundo os

mem que a olhara com uma bondade silenciosa qu

determinação inundou suas veias. Ela

tiga rede de ex-alunos da USP. Seus dedos

da. Posso te dar minhas ações na Bernardes Industries. To

ertou

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Seu Amor Venenoso, Minha Fuga
Seu Amor Venenoso, Minha Fuga
“Meu marido, Arthur, o homem que o mundo via como meu devoto admirador, era o artista da minha dor. Ele já havia me punido noventa e cinco vezes, e esta era a nonagésima sexta. Então, uma mensagem da minha meia-irmã, Joyce, vibrou no meu celular: uma foto de sua mão com unhas perfeitas segurando uma taça de champanhe, com a legenda: "Comemorando mais uma vitória. Ele realmente me ama mais." Uma segunda mensagem, de Arthur, veio em seguida: "Meu amor, está descansando? Pedi para o médico ir aí. Sinto muito que tenha sido assim, mas você precisa aprender. Chego em casa logo para cuidar de você." Eu sempre soube que Joyce era o gatilho, mas nunca entendi o mecanismo. Pensei que fosse apenas a crueldade particular de Arthur, inflamada pelas mentiras de Joyce. Mas então, encontrei uma gravação de voz de Arthur. Sua voz calma preencheu o quarto silencioso: "...número noventa e seis. Uma mão quebrada. Deve ser o suficiente para apaziguar Joyce desta vez. Mas minha dívida precisa ser paga. Quinze anos atrás, Joyce salvou minha vida. Ela me tirou daquele carro em chamas depois do sequestro. Jurei naquele dia que a protegeria de tudo e de todos. Até da minha própria esposa." Minha mente ficou em branco. Sequestro. Carro em chamas. Quinze anos atrás. Era eu quem estava lá. Fui eu a garota que tirou um menino apavorado e chorando do banco de trás, pouco antes de o carro explodir. O nome dele era Arthur. Ele me chamou de sua "estrelinha". Mas quando voltei com a polícia, outra garota estava lá, chorando e segurando a mão de Arthur. Era Joyce. Ele não sabia. Ele havia construído todo o seu sistema distorcido de justiça sobre uma mentira. Joyce havia roubado meu ato heroico, e eu estava pagando o preço. Cada célula do meu corpo gritava uma única palavra: Fugir.”
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