Erros Imperdoáveis, Dívidas Impagas
e Clara pediu. Os sons dele cozinhando, de su
de seus pertences em uma única mala. Todo o resto, todos os
inha, de costas para ela. Clara estava aninhada no sofá, rolando o fee
, mas Clara a viu. Um brilho m
minhou até a lareira, onde uma foto emoldurada em prata dos pais de Helena e
uma pena que eles não estejam aqui para ver
o doentio. O vidro se estilhaçou, espalhando-se
e Helena. Sem pensar duas vezes, ela avançou e deu um
som. Clara imediatamente desabou,
luçou, segurando a bochecha.
e moveu para atacá-la novamente. Mas s
rosto uma máscara de fú
ósito", disse He
sse Caio, sua voz fria. Ele estava
oz quebrando. "Se alguém insultasse a memória dos s
rigosamente baixa. "Ela não é cruel como você. El
o. Ele confiava em Clara, a mestre manipuladora, comple
frieza profunda e arrepiante. Estava acab
ingou Clara do chão, desempen
lha da mão florescendo na bochecha de Clara
a tropeçou, o quadril batendo no canto afiado da me
horosa Clara em seus braços. Ele a levantou como se el
a voz escorrendo desprezo. Ele nem olhou para a moldura quebrada no
de seu carro se afastando,
de sangue. Mas a única coisa que sentiu foi um
vida onde fosse valorizada, uma vida onde não fosse um fantasma