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Seu Primeiro Amor, Meu Último Adeus

Capítulo 3 

Palavras: 813    |    Lançado em: 15/08/2025

o meu quarto me acordou. Era

por uma resposta. Seu ros

telefone?", ele exigiu, joga

s ao meu redor. Eu nem tinha ou

", ele retrucou. "Você nun

ora", eu disse, minha vo

e já está ficando velho. Estou te dando uma última chance. Peça desculpas à Cássi

apenas para sua aprovação. Pensei em todas as coisas que desisti por ele - meus amigos, meus hobbies

ais seria

hadura em minha determinação. Seu tom suavizou um pouco, um

sa fosse a raiz do problema. "Cássia se sentiu mal com isso. Ela vai dar

a um p

vou",

ço, seu aperto fort

caminho, olhei pela janela, em silêncio. Não adiantava discutir.

orrisos falsos, conversas vazias e um ar sufocante de privilégio. Fiquei em um canto, uma taça de champ

ênias brancas, estavam por toda parte. O buffet era de seu restaurante

um presente - uma pulseira de diamantes fe

us olhos brilhando com lágrimas

bi. Ele sabia cada detalhe sobre ela - seu estilista favorito, sua

ir a um filme que eu já tinha visto mil vezes. Eu conhecia o

do não ama mais a pessoa.

repente. Um homem que eu não reconheci entrou no

ado disso?", exi

iou ele, sua voz retumbando. "Um presente, de um admir

dramático, el

os caíram sobre os

s pornográficas deepfake de Cássia. Seu rosto era i

om cru e agudo. Seu

oas ofegavam, sussurravam e se a

o protetor em volta de Cássia, protegendo-a dos olhares curiosos. "Qualquer um que tenh

ia jogado os panfletos. Os convidados

ia pelo colarinho, seu rosto uma más

chão. "Você não

mortalmente silenciosa. Ele acen

homem para trás até que um estal

de agonia. "O

brado. Entre suspiros de dor, ele olhou ao redo

"Foi ela. Helena Barros. El

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Seu Primeiro Amor, Meu Último Adeus
Seu Primeiro Amor, Meu Último Adeus
“O mundo voltou em um borrão de metal retorcido e o som apavorante de pneus cantando no asfalto. Em um momento, estávamos dirigindo. No seguinte, um caminhão havia furado o sinal vermelho. No banco do passageiro, com a cabeça latejando, observei meu namorado, Adriano, se apressar para confortar seu primeiro amor, Cássia, que chorava no banco de trás. Ele nem sequer olhou para mim, sua namorada de cinco anos, enquanto a ajudava a sair do carro destruído. Os paramédicos chegaram. Em meio à névoa de dor, vi Adriano pairar sobre Cássia, recusando-se a deixá-la por um segundo. Era como se eu nem estivesse mais ali. Ele não se lembrava do meu aniversário, nunca soube minha comida favorita e nunca se importou que eu fosse alérgica às flores que comprava para mim, as mesmas que Cássia amava. Eu tinha sido uma coadjuvante na história de amor deles, um tapa-buraco até que a verdadeira estrela de sua vida retornasse. Eu tinha sido obcecada por Adriano Paes, mas não era amor; era uma doença, um vínculo traumático que eu confundi com devoção. Por que eu fiz isso? Por que deixei que ele me moldasse em alguém tão submissa, tão diferente de mim? Parecia que eu estava sendo controlada por alguma força invisível, uma trama que não era minha. O feitiço se quebrou. A obsessão desapareceu. Tudo o que restou foi um sentimento frio e vazio e um desejo súbito e desesperado por outra pessoa: Kael Campos, meu amor de infância, o garoto que eu deixei para trás cinco anos atrás. Comprei a primeira passagem para o Rio de Janeiro.”
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