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Oito Perdas, Uma Última Esperança

Capítulo 3 

Palavras: 939    |    Lançado em: 15/08/2025

e focada. Eu tinha um horário no consulado para finalizar

girando na fechadura, a cena na sala

r, as mangas arregaçadas até os cotovelos. A camisa caía solta em seu corpo, uma reivindi

o no meu estômago para baixo. Ele n

u estava prestes a subir para o meu quarto, para o sa

e irritou meus nervos. Ela pegou um morango da tige

a, querido -

onge

a reação involuntária, um hábito nascido de anos cuidando dele. Ele os odiava. A única vez que eu,

ergueram em divertimento. Ela olhou para mim como se

e de volta para Arthur. - Mas você v

eus dentes roçando as pontas dos dedos dela em um gesto que era ao mesmo tempo brincalhão

uas orelhas fi

comigo, no escuro, quando ele pe

ado que ele estava ativamente apagando. Virei-me sem outra palavra e fu

guei minha mala. Era

. Nunca fui de acumular coisas. Comecei a juntar os poucos itens que ti

a com Arthur. Um ingresso de cinema do nosso primeiro "encontro", uma flor seca que ele uma vez colhe

não senti... nada. Nenhum arrependimento. Nenhuma nostalgia. Apenas u

o passado para sempre, quando meus olhos caír

a peguei. Dentro, eu s

o. Após o segundo, coloquei um minúsculo cadeado de prata dentro. E após o terceiro, e o quarto, e t

represa que eu construíra com tanto cuidado se rompeu, e uma o

iu com um estr

Seus olhos correram do meu rosto manchado de lágrim

falsa simpatia. - O que é tudo isso? Um peque

olhos, minha mão se fechando

do meu

trando como se fos

. Arthur me contou tudo.

ou no ar, feia

ê - ela continuou, sua voz um sussurro cruel. - Tud

angue

você está

mília de Arthur. Arthur passou os últimos dez anos fazendo você se apaixonar por ele, apenas para poder t

som verdadei

a uma igreja rezar por aqueles pequenos

sobre a bolsa

nha que lutar contra a vontade de vomitar. El

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Oito Perdas, Uma Última Esperança
Oito Perdas, Uma Última Esperança
“Oito vezes, eu senti o milagre da vida dentro de mim, uma alegria secreta compartilhada apenas com Arthur. E oito vezes, ele a tirou de mim, sussurrando que nosso amor era frágil demais. Desta nona vez, uma linha azul fraca em um teste de farmácia, prometi a mim mesma que seria diferente. Mas então, ele entrou com Giselle Alcântara, o braço possessivamente ao redor dela, anunciando que ela era a nova Sra. Rosário. Meu coração parou. Os empregados da casa a bajulavam, suas palavras me ferindo profundamente. Arthur, que um dia foi meu protetor, agora me acusava de fazer drama, de tentar deixar Giselle desconfortável. Uma onda de enjoo me atingiu, o teste de gravidez no meu bolso era um bloco de gelo. Ele se virou para Giselle, sua voz suavizando, me chamando de emotiva. Eu era apenas a tutelada, a criança pela qual ele era responsável. Mas e as promessas sussurradas, as noites em que ele me abraçou como se eu fosse tudo? Foi tudo uma mentira? O sussurro cruel de Giselle confirmou: Arthur passou uma década me fazendo apaixonar por ele, apenas para me destruir, para fazer meu pai sentir a dor de perder um filho. Ele chamou meus bebês perdidos de "erros", "pequenos acidentes indesejados". A verdade me estilhaçou. Ele me usou, um peão em sua vingança. Meu amor, minha dor, meus filhos... tudo sem sentido. Eu tinha que escapar, para proteger esta última e frágil vida.”
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