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A Vingança Dela, a Vida Arruinada Dele

A Vingança Dela, a Vida Arruinada Dele

Autor: Sophia
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Capítulo 1 

Palavras: 1217    |    Lançado em: 18/08/2025

verdose. Mas eu sabia que era mentira. Eu era Perita Criminal e eu

otor de Justiça Bernardo Sampaio bateu a porta na minha cara, tratando minha dor como um

aura Sampaio, e transmiti minhas exigências para o mundo. Para cada chance que ele d

va o braço dela, depois o cauterizava, desenhando

para me convencer, para pintar meu filho como um depressivo, para apresentar uma carta d

secreto do seu livro de infância favorito. Ele não estava desistindo; ele es

m cinzas, substituída por

nando a caneta de cauterização na perna de La

ítu

ho esta

letismo com bolsa integral na USP, um garoto que planejava seu futuro com a mesma

ra Perita Criminal. Eu process

ficas na perna eram de impacto de para-choque. Os vestígios que en

nado. Atropelad

ada vez, eu apresentava minhas provas. A cada vez, uma porta era batida na minha cara. Após a s

stiça com as min

filha do Promo

escondida transmitia meu rosto, minha voz, mi

é Caroli

tada em uma mesa de exames, idêntica àquela onde vi meu filho pela última vez. El

s evidências. Meu filho, Luc

har fixo no homem que eu sabia que estava

cê me negou justiça. Você vai divulgar o verdadeiro b

ja de aço. Era um grampeador cirúrgico es

, eu usarei uma ferramenta forense na

ado, os rostos desesperados e banhados em lágrimas de Bernardo e Clarice Sampaio

ernardo implorou, a voz embargada. "As evidências são clara

élida, estava em frangalhos. "Ela é só uma garotinha! Por favo

que rolavam ao lado da transmissão

ns

Fritem essa

fazer isso com a f

o sem sentido. Olhei para o relógio na

hance acabou, s

dia em que perdi meu filho, havia retornado, transformada em algo fri

ic

ena ruga se formando em sua testa. Um únic

voz tão estéril quanto a sala ao meu redor.

engolido pelo caos do centro de comando. O rosto de B

olhos arregalados com um ter

!", ele gritou. "V

"Carolina, pense no que está fazendo. Pense no Lucas. Você proce

entários rola

sequestradora,

dáver do própri

ram apagar a verdade. A sujeira sob suas unhas não era de um parque; era cascalho do acostamento da Rodovia dos Bandeirantes. O fent

rpo, contava uma história. Ele morreu deitado de costas,

Hélio Arruda, para o caso, citando conflito de interess

ele saiu. Suicí

a na calça jeans de Lucas, aqueles que o laudo oficial convenienteme

ise do cascalho n

ia falha da toxicolog

sua perna, mostrando o inconfundível padrão de fratura em espiral

ram sem c

entira. Foi quando decidi criar uma ver

opósito frio e duro. Eu obteria justiça para

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A Vingança Dela, a Vida Arruinada Dele
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“Meu filho estava morto. O laudo oficial chamava de suicídio, uma overdose. Mas eu sabia que era mentira. Eu era Perita Criminal e eu mesma processei o corpo dele. As evidências gritavam assassinato. Eu recorri, sete vezes, cada vez apresentando provas irrefutáveis. Em todas elas, o Promotor de Justiça Bernardo Sampaio bateu a porta na minha cara, tratando minha dor como um delírio de louca. O sistema que eu servi por vinte anos estava protegendo um assassino. Então, eu fiz justiça com as minhas próprias mãos. Sequestrei a filha do Promotor, Laura Sampaio, e transmiti minhas exigências para o mundo. Para cada chance que ele desperdiçasse, eu usaria uma ferramenta forense nela, desfigurando-a permanentemente. O mundo assistiu, horrorizado, enquanto eu grampeava o braço dela, depois o cauterizava, desenhando finas linhas vermelhas em sua pele com um bisturi. Meu antigo mentor, Dr. Hélio Arruda, e a namorada do meu filho, Alexandra, foram chamados para me convencer, para pintar meu filho como um depressivo, para apresentar uma carta de suicídio forjada. Por um momento, eu vacilei, a dor de ser uma "mãe ruim" me esmagando. Mas então eu vi. Uma mensagem oculta na "carta de suicídio" dele, um código secreto do seu livro de infância favorito. Ele não estava desistindo; ele estava pedindo socorro. Eles transformaram seu pedido de ajuda em uma mentira. Minha dor se transformou em cinzas, substituída por uma determinação inabalável. "Eu não aceito esta carta", declarei, pressionando a caneta de cauterização na perna de Laura enquanto a Polícia Federal invadia o local.”
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