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A Noiva Abandonada e Seu Triunfo

Capítulo 4 

Palavras: 511    |    Lançado em: 20/08/2025

o. A parte de mim que se importava com ele ou c

para o calendário improvisado que fiz na parede. Sete di

va no café, voltava para o meu quarto úmido e contava

stavam lá: meus pais, Giulia e Helena, que exi

fera er

m uma falsa gentileza. "Nós con

tiano e Helena vão se casa

dissesse algo. Que ele negasse. Mas ele ape

O médico disse que um casamento, uma demonstração d

bre Helena.

ristiano?" perguntei, minh

. "Clarinda, eu... Helena precisa de mim. Ela disse que se eu não me c

E ele, o homem poderoso, o magnat

ro longo e cans

les esperavam lágrimas, gritos, uma c

repetiu Giul

a mais. Era apenas um noivado, uma

mais humilhação. Ela pegou um pequeno canivete da mesa de centro - o mesmo

ore! Eu quero que ela peça para eu me casa

da, se virou para mim. "Clarinda, pelo amor de Deus, f

er. Ceda seu quarto para Helena. Ceda suas notas para H

surgiu na minha men

o suspensa. Eu me virei para a mulher que destruiu a minha vida. "Eu quero que Helena se ajoelhe e lave os meus pés.

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A Noiva Abandonada e Seu Triunfo
A Noiva Abandonada e Seu Triunfo
“Sete anos. Foi o tempo que minha família e meu noivo pediram para que eu ficasse na prisão, assumindo um crime da minha irmã adotiva, Helena, para proteger a reputação deles. Mas no dia em que o portão se abriu, meu noivo, Cristiano, me abandonou no meio da estrada para socorrer Helena, que teve uma "crise de ansiedade" com a minha volta. Em casa, fui mandada para o quarto de serviço úmido e mofado. Minha família me humilhava em francês, achando que eu não entendia, enquanto planejavam o noivado de Cristiano com a mulher que destruiu minha vida. A traição mais profunda veio quando ele me acusou de mentir. Anos atrás, eu doei um rim para salvar a vida dele em segredo. Agora, ele acreditava que Helena tinha sido a doadora. Eles não roubaram apenas minha liberdade, mas também meu maior sacrifício, meu ato mais puro de amor. A dor era tão avassaladora que se transformou em um vazio gelado. O amor que eu sentia por eles morreu para sempre naquela mansão. Foi então que, no meu celular antigo, encontrei um e-mail esquecido. Uma oferta da Agência Brasileira de Inteligência. Uma nova identidade. Uma missão secreta em outro país. Uma fuga. Em dez dias, Clarinda Magalhães morreria. E eu, finalmente, renasceria das cinzas.”