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A Vingança da Pintora: Amor Redimido

Capítulo 4 Façam ela se ajoelhar

Palavras: 727    |    Lançado em: 28/08/2025

voz de Damião quebrou a paz como um chico

de estudar fora do país, mas o momento frágil de cal

lyn em prantos nos braços, e atrás dele surgiam d

conhecer aquele olhar em seu rosto, o mesmo q

anto eu. Eu ainda não estava recuperada, e nós duas ju

erguntei, tentando disfa

na e avermelhada. "Ela está se destruindo por sua cau

m carinho teatral, como se

u conta de sua expressão. "Peça desculpas, e

ele quem me caçou por anos, quem invadiu meu quarto, q

que eu pudesse segurar. A idiota

mas de uma raiva tão profunda que par

, murmurei, com a vo

ro, comecei a contar - faltavam apenas alguns dias, só mais a

Damião, confuso

s alto. "Damião, eu não suporto isso! Se

o em desespero, e fez um gesto duro para

çaram em min

ocou na frente deles. "Nã

esitar. Ela caiu contra a

s o outro me segurou pelos ombros com u

remecer. Meu lábio, que mal tinha cicatrizado, voltou

mem a derrubou de novo com um chute seco. O corpo dela caiu re

o de mim - a raiva, o orgulho, a resistênc

falhando. "Eu peço desculp

a, levou a mão à cabeça. "M

a preocupação estampada no rosto. "Es

açam o que eu disse. Façam ela repetir - 'Eu, Alana Mendes, sou uma dest

os como se fosse feita de

a câmera se aproxi

o quando olhei para minha mãe, que

egui dizer, sentindo cada palavra p

é que a voz me faltou e minha garganta ardia de dor. An

abriu um novo corte na minha testa. O sa

laram de puro terror, e um som sufocado esca

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A Vingança da Pintora: Amor Redimido
A Vingança da Pintora: Amor Redimido
“Este era para ser o meu terceiro casamento. Ou, pelo menos, era o que deveria ter sido. O vestido branco parecia o figurino de uma peça trágica que eu era forçada a encenar de novo e de novo. Meu noivo, Damião Ávila, estava ao meu lado, mas sua mão agarrava o braço de Evelyn Bastos, sua amiga "frágil". De repente, Damião estava levando Evelyn para longe do altar, para longe dos nossos convidados, para longe de mim. Mas desta vez foi diferente. Ele voltou, me arrastou para o carro dele e me levou para uma clareira remota. Lá, ele me amarrou a uma árvore, e Evelyn, não mais pálida, me esbofeteou. Então, Damião, o homem que prometeu me proteger, me bateu, de novo e de novo, por ter deixado Evelyn nervosa. Ele me deixou amarrada na árvore, sangrando e sozinha, debaixo de uma chuva torrencial. Esta não foi a primeira vez. Um ano atrás, Evelyn me atacou no nosso casamento, e Damião a aninhou em seus braços enquanto eu sangrava. Seis meses depois, ela "acidentalmente" nos queimou, a mim e à minha melhor amiga, e Damião quebrou o pulso da minha amiga e depois a minha mão de pintar para acalmar Evelyn. Minha carreira acabou. Fui deixada na mata, tremendo, perdendo a consciência. Não. Eu não posso morrer aqui. Mordi o lábio, lutando para ficar acordada. Meus pais. O negócio da nossa família. Era a única coisa que me mantinha firme. Acordei em um hospital, com minha mãe ao meu lado. Minha garganta estava em carne viva, mas eu precisava fazer uma ligação. Disquei um número internacional, um que eu havia memorizado há muito tempo. "É a Alana Mendes", murmurei com a voz rouca. "Eu aceito o casamento. Todos os bens da minha família transferidos para suas contas para proteção. E você nos tira do país."”