abado, o cheiro de mingau-havia se dissolvido no ar carregado de suor e expectativa. Elian estava preso no espetáculo, seus sentidos de ar
que o Suss
familiar de Baía Serena-o burburinho da multidão, o ritmo marcial dos soldados, o zumbido distante da besta mecânica-foi bru
ção pura, não de emoção ou vida, mas de m
inhadas de pessoas abanando pequenas bandeiras-o estandarte solar de Aurion, um sol dourado estilizado sobre um campo carmesim
r de um prédio de comerciantes de especiarias, ligeiramente aberta. O sol da tarde bateu no vidr
eflexo de u
mento rápido, tenso, seguido pelo silhueta baça e sinistra de um objeto de madeira escura e metal-uma besta de repetição, compacta e mortífera,
o quadrado de guardiã
o por aquele Sussurro de perigo que gritava em cada fibra do seu ser. Sua mente, treinada para c
tes que sua consciênc
edor ambulante que fugira para ver melhor a procissão: rolos de tecido barato
mais pesado e denso que encontrou-um cilindro compacto de lã marrom, tão pesado quanto um saco de areia-e, gir
o bruto e desesperado. O rolo girou pesadamente no ar, um p
raço marrom pu
m a ponta manchada de uma substância negra e viscosa, disparou da besta. Ele cortou o a
o ingênuo-colidiram no ponto mais alto da trajet
eu curso perfeito, raspou na borda do rolo com um som de rasgão. A ponta envenenada, em vez
no de Aurion que marchava à frente com um tink metálico agu
o. A multidão, confusa, ainda não entendera a sequência de eventos. Alguns até mesmo
s, não precisaram entender; eles simplesmente reagiram. Seu olhar não seguiu o dardo, mas a trajetória de volta at
iel
cerca de aço ao redor da égua da princesa, que bufou e agitou a cabeça, assustada pela súbita
mento crucial. Seus capitães, confusos, gritavam ordens contraditóri
então, e
mo tempo, sem que ninguém soubesse ao certo de onde o perigo viera. As pessoas começaram a empurrar e correr, tentando fugi
rom-recuou da janela e desapareceu
iu o rolo de lã marrom, agora com um sulco feio e uma mancha escura e pegajosa, rolando para o meio da rua. Viu o o
dos pela raiva e pelo constrangimento, romperam a multidão e agarr
ito quente e com cheiro de cebola no rosto de
lbuciar uma explicação, um
era esmagadora. Seus olhos, de um verde quase tão escuro quanto sua armadura, passaram dos soldados confusos para o rolo de tecido no
de uma autoridade que não admitia discussão. Era uma voz
ele atirou-" o outro s
um rolo de tecido. O assassino atirou isso. Seu homem está vivo porque este plebe
ara a janela vazia, e finalmente para a barreira de mantos verdes onde a princesa de Valeriana estava esco
arte da história. E pelo olhar daquela guardiã, ele sabia que
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