pe D
entado todos os tipos de prazer, possuído corpos perfeitos, comprado lealdades e esmagado con
a grega, cometida pela inconsequente Denise. Que por sinal não sei o paradeiro. E sin
ndo ao que
a Assu
queria apenas observá-la - queria moldar seus passos, arrancar dela cada re
que não desconfiasse. Reuniões que poderiam ter sido feitas por vídeo, eu exigia presença física. Relatórios que poderiam ser enviad
empre o
o cabelo atrás da orelha, a curva do pescoço parecia me chamar. Quando mordia o lábio inferior ao revisar
cisava t
a, e eu só sabia desejar q
mão que se roçava na dela ao entregar uma pasta. A palma que se apoiava no encosto de sua cadeira, forçando
r, sua pele arrepiar. Ela não dizia nada, não recuava,
escu
rato comigo. A sala já estava silenciosa, todos haviam ido embora, e o es
nos papéis. Fingia concentração, mas eu sabia: ela es
- ele revela mais do que qualquer conversa. Ela se mexia, cruzava e descruzava as
ta Assunção? - perguntei
stante, vi o brilho neles. Não er
continuar. - a formalidade ainda es
sos rostos mais do que seria adequado. Vi seus ol
- corrigi, sem desviar o olh
a palavra demorou a sair. Eu esperei, saboreando
se inaudível, como se fosse
oca me incendiou. Era íntim
stasse levemente no dela. Toque mínimo, mas sufici
ussurrei, meu olhar pres
cuperar o controle. Mas já não havia mais volt
a a tratar os meus superiores pelo primeiro no
mão com a ponta dos dedos,
do nessa vida tem a primeira vez. E
a uma das minhas palavras. Ali, eu dava mais um passo para c
minha sala, eu a provocava sem palavras. Um olhar prolongado, uma apro
ue se apertavam sobre os papéis. O rubor nas bochechas.
m via algo mais: curiosidade, desejo e fome. Helena estava s
as estavam fechadas, a luz suave. Coloquei os documentos sobr
nada, apenas deixei minha presença envolver seu corpo. O perfume dela me
se tensionarem, o ar preso na garganta. Encostei o objeto na mesa, mas não recuei. Perm
trar tão perto. Nossos olhos se prenderam, e
. - começou, a vo
igi de novo, mai
- repetiu, qu
indo o calor dela. Mas não. Ainda não. O desejo precisa ser culti
um sorriso de quem sabia exa
denei, minha voz carregada de prom
recompor-se. Mas eu já tinha o que queria:
mava em mim. O jeito como pronunciou meu nome, o arrepio quando minha mã
ando a gravata, mas min
ciso
rtável. Ela despertava um instinto que eu pensava estar morto - o in
e tivesse que quebrá-la para depois reconstruí-la ao meu modo. Porque não
/0/16939/coverbig.jpg?v=f4322cd1faf9dc6f4e17a5d2ec0fb84e&imageMogr2/format/webp)