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Promessa selada

Capítulo 5 O aconchego e a solidão

Palavras: 687    |    Lançado em: 16/09/2025

ada em sua cama, no quarto com vista para os pastos onde os cavalos descansavam, ela sentiu a familiar seg

acia e carinhosa em seu cabelo. Clarice tinha a mesma doçura nos olhos que I

a voz suave. "Seu coração é grande demais para caber em uma

Por que ele me escolheu? O testamento, o dinheiro, tudo isso par

se avô tenha visto algo em você que nem você mesma vê. O amor pelos ani

ar perto dele. E essa promessa de 'fidelidade'..." Isabela suspirou,

um papel assinado, um contrato, mas a sua alma, o seu coração..

ia. Ela se agarrou a ele, sentindo a esperança florescer, um

o dos Albuquerque era u

que só voltava de suas viagens pelo mundo quando precisava de mais dinheiro. O único la

ada quadro, cada objeto de arte, lembrava-o de seu avô. Um homem que o amou e o preparou para o futuro, qu

rido que vivia na boemia. Rafael, ainda um adolescente, viu a dor e a solidão consumirem-na, enquanto o pai, um boêmio inconsequente, vivia para o hedonismo e o dinheiro. A avó materna de Rafael

pegou uma foto: o avô, sorrindo, ao lado de um cavalo. A ironia da situação o atingiu como um soco. O testamento

ussurrou ele para a foto. "Você sab

la primeira vez em muito tempo, a imagem da mulher de olhos verdes e sorriso iluminado, que o enfrentou sem medo em

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Promessa selada
“Ela sonhava apenas com uma vida simples ao lado dos animais que amava. Ele sempre soube que herdaria um império, mas não imaginava que o preço seria um casamento arranjado. Quando o testamento do avô os une por obrigação, Isabela Monteiro, uma veterinária de gênio forte, e Rafael Albuquerque, um herdeiro frio e arrogante, se veem presos a um contrato impossível de ignorar. Entre segredos de família, alianças forçadas e um desejo que cresce a cada dia, eles descobrem que nenhum contrato pode controlar o coração e desejos não se extinguem por cláusulas frias num papel.”