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Rejeitada pelo Meu Companheiro, Reivindicada pelo Alfa Inimigo

Capítulo 4 

Palavras: 749    |    Lançado em: 17/09/2025

ia

, o último fio da minha força se rompeu. O mundo giro

cheiro de pinh

tintamente a ele. Rael. O quarto era masculino e esparso, mas a qualidade dos móveis

olocou na mesa de cabeceira sem uma palavra. Eu estava faminta e não hes

seus movimentos eram lentos, deliberados. Ele gentilmente levantou a parte de trás

o ele começava a limpar as feridas com um bálsamo fresco e calmante. Seu toque era tão cuida

uvir seu lobo interior, mas podia senti-lo - uma reivindicação silenciosa e rugidora qu

ntra os travesseiros. Seus olhos estavam escuros, intens

osnado baixo e rouco que vibrou atr

clinou e

erteza avassaladores. Enquanto seus lábios se moviam contra os meus, uma profunda sensação de paz me invadiu. Era a sens

ndo-o para mais perto. Naquela noite, eu me entreguei a ele, não como uma prisioneira, mas como uma parce

igeiramente com a intensidade do nosso amor, um olhar de profundo auto-aversão cruzou seu rosto. Ele praguejou bai

na mesa de cabeceira, começou a tocar. A tela p

iu. Ele pegou o telefone e at

e Alfa, encheu o quarto. "Júlia, essa palhaçada j

zas. Enquanto Luan ainda falava, Rael se inclinou sobre mim, seu corpo pressionando o meu con

involuntário esca

Luan rugiu pelo tel

, sua voz um ronronar baixo e possessivo q

a", disse ele calmamen

s de desligar, ele desferiu o golpe final e devastador. Ele pousou a mão suavemente na minha barriga lisa, sua v

ndo meu filhote ag

as era uma mentira projetada para estilhaçar a única crença a

sentir a onda de choque do ego quebra

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Rejeitada pelo Meu Companheiro, Reivindicada pelo Alfa Inimigo
Rejeitada pelo Meu Companheiro, Reivindicada pelo Alfa Inimigo
“Depois de dez anos de devoção ao meu companheiro, o Alfa Luan, hoje deveria ser minha coroação como Luna da alcateia da Lua de Prata. Uma celebração da minha lealdade inabalável. Mas, pouco antes da cerimônia, ouvi-o conversando com seu Beta. Ele me chamou de "terra infértil" e zombou, dizendo que me substituiria por sua amante grávida, Débora. Ele até fez uma aposta de que eu voltaria rastejando em três dias. Na frente de toda a alcateia, ele anunciou Débora como a nova Luna, exibindo um atestado médico falso como prova da minha falha. Quando tentei ir embora, fui acusada de atacá-la. O Comando do Alfa de Luan me atingiu em cheio, forçando-me a cair de joelhos. "Ela atacou sua futura Luna", ele declarou, com os olhos cheios de desprezo. Sua ordem final foi pelos chicotes. Banhados em prata, eles rasgaram minhas costas antes que seus guerreiros me jogassem fora como lixo, deixando-me para morrer na floresta. Desmaiei com a dor e o veneno, apenas para acordar prisioneira mais uma vez. Olhando para mim estava o aterrorizante Alfa da nossa alcateia rival, Rael Matos. Ele olhou para minhas roupas rasgadas e feridas sangrando, e sua voz era um murmúrio frio e questionador enquanto repetia as palavras que me assombraram por anos. "Uma loba inútil?"”
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