roximava. Eu, Shin-yu, movia-me silenciosamente, a adrenalina pulsando nas veias. O terreno inimigo estava em meu
ecoou como um trovão, quebrando o silêncio. Eu avancei, meus músculos tensos, cada passo determinado. A visão de
gritos e aos sons das armas, criando uma sinfonia de caos. Eu me movia com precisão, esqu
ôs em meu caminho, mas, com um movimento rápido, finalizei a luta. O armazém, agora silenciado, era um lembrete do
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