á-la dela, se quisesse. Ela me encarava, com os olhos cheios de uma mistura est
tos, não vai machucar o meu corpo t
anter a calma. Tinha que e
ira Joo-yeon. Estou conhecendo ago
esposta veio rápida,
a sentir o peso do que estava por vir, mas não queria acreditar
bater numa mulher, mesmo essa
era evidente, mas isso não mudava nada para
u-a de volta na gaveta. Eu sabia que, no fundo, ela havia agido assim
você vai me ver - exigi, mantendo a voz firme. - Você já se vingou, deu guar
ivesse processando tudo, e logo um sorriso estranho apareceu
mente, como se já tivesse
a, deslizando-o na minha direção. Olhei o endereço escrito ali. Eu sabia mais ou menos onde era, uma área
do meu sobretudo, pronto
a na cadeia, não é? - Joo-yeon perguntou
ssassina, Joo-yeon.
ta dela, algo dentro d
polícia e contar o paradeiro dela - Joo-yeon
yeon? O que mais você fez? - Pergu
éria, e soltou as palavra
ra a polícia agora e disser onde está Do-he
reu meu corpo como um raio, deixando-me paralisad
ssa? - Perguntei,
Eu estava tentando processar, mas minha mente se recusava a ac
? - As palavras saíram lentamente, como se eu precisasse
, aquele sorriso frio q
erma. Precisei de apenas duas tentativas. E ela ficou
que ia sair pela boca. Antes que ela pudesse pegar a arma novamente, meu instinto tomou conta de mim. Em um piscar de olho
tei, minha voz rouca, ch
/0/17049/coverbig.jpg?v=8eb4f4e1a9fcaa04cd0bcaade2e22567&imageMogr2/format/webp)