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A Promessa Que Quase a Destruiu

Capítulo 2 

Palavras: 619    |    Lançado em: 23/09/2025

te, Clara começ

ou com a

a. O sorriso dele era caloroso, seus olhos cheios de uma luz que há muito havia se e

ara o rosto dele, memorizando cada linha, cada deta

e raiva. O que ela sentia era a calma f

ou um i

tornando-se marrom, depois preta. O rosto sorridente

s vazia. Uma caixa que Júlio lhe dera. Ela fechou a tamp

ue Guilherme havia aprovado. Trajes simples, escuros e profi

locando-as em caixas de papelão. Ela as doaria.

rou. Uma mensag

fo

slumbrante no dedo de Sharlene. Sua mã

lhor gosto, não é? Mal posso

scara em branco. A parte dela que pode

mensagem se

stava em sua academia particular, o suor brilhando

rou quando

eu para a festa", disse ele entre as respiraçõ

o", dis

mida do D.O.M.

da cidade. Era também o lugar onde Júlio a

. Um adolescente mal-humorado forçad

sala. Júlio rindo, erguendo

vir essa memória em uma ban

de que até mesmo seu passado não era dela. Pertencia a ele,

ando o rosto com uma toalha. Ele pegou uma ga

a estendeu

voz neutra. "Você p

ele uma vez jogou na cabeça dela em um acesso de raiva, deixando

us dedos se fecharam ao

har dele, seus pró

raxou a tam

um batismo oco. Com este ato, ela aceitou tudo. A dor, a c

ão final de que

da a salvar. Nada

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A Promessa Que Quase a Destruiu
A Promessa Que Quase a Destruiu
“Por mil, oitocentos e vinte e cinco dias, honrei a promessa que fiz no leito de morte ao homem que eu amava. Fiquei ao lado do irmão dele, agindo como a leal assistente de Guilherme Monteiro, sua sombra e a guardiã de seus segredos. Quando minha sentença de cinco anos finalmente acabou, ele anunciou seu noivado com Sharlene, a mulher que sentia um prazer cruel em me atormentar. O presente de comemoração que ele me deu? A tarefa de planejar a festa de noivado perfeita deles. Na festa, ele me dispensou publicamente como uma "obrigação antiga". Mais tarde, bêbado e furioso, ele me encurralou em um escritório nos fundos. Ele me jogou contra a porta, sua boca esmagando a minha em um beijo bruto e desajeitado. Ele me prendeu ali, seu corpo pressionado contra o meu, e sussurrou um nome contra meus lábios. Não era o meu nome. "Sharlene." A violação não foi a agressão; foi o apagamento completo e absoluto. Eu não era uma pessoa que ele odiava ou desejava. Eu era apenas uma substituta, um corpo quente, um disfarce para a mulher que ele realmente queria. A última centelha de lealdade à memória do irmão dele morreu, deixando apenas gelo em minhas veias. Na manhã seguinte, Sharlene gritou que eu tentei seduzi-lo, e ele ficou parado e permitiu. Minha própria mãe me ligou para me envergonhar. Foi o fim. Dirigi até um penhasco com vista para o mar, tirei o chip do meu celular e o parti em dois. Era hora de Clara Bastos morrer.”