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As Mãos Dela, A Traição Dele, O Império Dela

Capítulo 3 

Palavras: 433    |    Lançado em: 23/09/2025

chique nos Jardins. O ar zumbia com ris

de outra pessoa. Suas mãos, ainda levemente enfaixadas, repou

a est

ue gritava por atenção. Toda vez que ria, tocava o braço de Caio, um

s gentis, inclinou-se para Clara. "Sinto muito p

ada de uma simpatia teatral. "A culpa foi toda minha. Eu me sin

bros de Karina. "Não foi sua

apenas um acidente, que os protocolos foram ignorado

a, mas firme. "Não vamos fazer isso aqui." Ele fal

ergunto... às vezes, quando uma noiva está sob muito estresse... elas po

sa. Que Clara havia se machucado. Para c

carou, sem

z. Ele se virou para Clara, e seu rosto era uma máscara de

ilhando-a. Na frente de todas aquelas pe

ez algo que

de Karina, limpando uma única e perfeita lágrima. Foi um gesto íntim

barulho se transformou

ou. Sua cadeira

a voz fina e frágil. "Nã

as. Podia sentir todos os olhos nela.

olhou pa

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As Mãos Dela, A Traição Dele, O Império Dela
As Mãos Dela, A Traição Dele, O Império Dela
“Minhas mãos eram toda a minha carreira, a chave para a minha vida como uma das modelos de mãos mais requisitadas de São Paulo. Meu noivo, Caio, tinha me tirado de uma cidadezinha do interior e me dado um mundo de glamour. Eu achava que devia tudo a ele. Então, sua namoradinha do colégio, Karina, me ofereceu um tratamento de "luxo" em seu salão que deixou minhas mãos com queimaduras químicas, destruindo minha carreira de dez anos da noite para o dia. Caio chamou de "acidente" e a defendeu. Ele me disse que Karina estava tão abalada que talvez tivesse que ir com ele para nossa lua de mel em Fernando de Noronha para se sentir melhor. No nosso jantar de ensaio, quando Karina sugeriu que eu tinha me machucado para chamar atenção, Caio me humilhou publicamente por chateá-la. A despedida de solteiro dele acabou sendo um encontro a sós com ela. Eu encontrei o acordo pré-nupcial que ele queria que eu assinasse: se nos divorciássemos, eu não receberia nada. Mas o golpe final veio na noite anterior ao nosso casamento. Enquanto ele dormia, ele agarrou meu braço e sussurrou o nome dela. "Karina... não vai." Percebi então que eu era apenas uma substituta, um corpo quente no escuro. Meu amor por ele tinha sido uma estratégia de sobrevivência em um mundo que ele construiu para mim, e eu estava finalmente sufocando. Na manhã seguinte, no dia do nosso casamento, eu não caminhei até o altar. Eu saí pela porta com nada além do meu passaporte e fiz uma ligação que não fazia há quinze anos. Uma hora depois, eu estava a caminho de um jato particular, deixando minha vida antiga para queimar atrás de mim.”