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Tarde demais para o perdão dele

Capítulo 5 

Palavras: 744    |    Lançado em: 23/09/2025

ista: Auro

estava sentada em um banco de praça no Parque Barigui, debaixo de uma chuva torrencial, com as roupas enchar

eceu destino, como se ele deves

etalhes, apenas oferecendo uma presença quieta e constante. Ele foi a primeira

le me abraçava à noite e sussurrava promessas, di

isso

ligar para ele tarde da noite, chorando sobre sua solidão? Ou foi no momento em que ele começou a acreditar

ebrado tantas vezes que simplesmente havia cicatrizado. Mas vê-lo ao lado dela, contr

a de tentar ganhar um amor que deveria ter sido dado livremente. Eu estav

a voz surpreendentemente clara n

os. O aperto de Arthur em meu braço afrouxou. Eles esperavam

pai, com uma satisfação presunçosa na voz. "

a coisa certa, querida", acrescentou minha

i um lampejo de algo em seus olhos. Culpa? Arrep

mente, pegando minha mão. "Vamos superar is

a "nós". Ele estava prometendo um futuro

iga de novo", ela exigiu, o dedo pairando sobre

lando sua presa. Anabela apertou o botão de gravar, s

isticamente. "Ela trabalhou tanto em seu artigo, e eu não suportava vê-la ter sucesso.

ha mãe era um aviso. A carranca de meu pai era

ra. "É verdade", eu disse, as palavras com gosto de cinzas. "Eu

heu a sala. A crise foi evitada.

ã, a irmã ciumenta. Anabela, sempre a vítima magnânima, postou um vídeo de acompanham

a, ela veio ao meu quarto. As lágrimas haviam sumido,

surrou, inclinando-se para perto.

ta era a missão de sua vida. Ela me odiava desde o dia em que nascemos, duas metades de um

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Tarde demais para o perdão dele
Tarde demais para o perdão dele
“O homem que eu amava, o homem com quem eu ia me casar, me pediu para salvar a vida da minha irmã gêmea. Ele não olhou para mim enquanto explicava que os rins de Anabela estavam parando de funcionar completamente. Então, ele empurrou os papéis de anulação do noivado pela mesa. Não era apenas o meu rim que eles queriam. Era o meu noivo também. Ele me disse que o último desejo de Anabela era se casar com ele, mesmo que por um único dia. A reação da minha família foi brutal. "Depois de tudo que fizemos por você?", minha mãe berrou. "Anabela salvou a vida do seu pai! Ela deu um pedaço de si mesma! E você não pode fazer o mesmo por ela?" Meu pai estava ao lado dela, com o rosto sombrio. Ele me disse que se eu não fizesse parte da família, eu não pertencia à casa dele. Eu estava sendo expulsa. De novo. Eles não sabiam da verdade. Não sabiam que, cinco anos atrás, Anabela drogou meu café, me fazendo perder a cirurgia de transplante do nosso pai. Ela tomou o meu lugar, surgindo como uma heroína com uma cicatriz falsa, enquanto eu acordava em um hotelzinho barato na beira da estrada, taxada de covarde. O rim que pulsava dentro do meu pai era meu. Eles não sabiam que eu só tinha mais um rim. E certamente não sabiam que uma doença rara já estava devastando meu corpo, me dando apenas alguns meses de vida. Arthur me encontrou mais tarde, com a voz rouca. "Escolha, Aurora. Ela, ou você." Uma calma estranha tomou conta de mim. O que mais importava? Olhei para o homem que um dia me prometeu a eternidade e concordei em assinar minha sentença de morte. "Tudo bem", eu disse. "Eu faço."”
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