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Uma Segunda Chance, Um Beijo de Amor Verdadeiro

Capítulo 3 

Palavras: 805    |    Lançado em: 25/09/2025

é?", Isabela continuou, sua v

assentiram, seus olhos alte

ndo. J

delas piou. "Especialmente de você

mão no peito, fi

empo. Namoradinhos de infância, praticamente. A

diretament

me agradecer. Fui eu quem disse

me fa

epente pareceu quente

consegui

puro veneno agora, embora

Ele estava deprimido, coitadinho. Eu disse a ele: 'Marcos, você precisa de alguém estável

mãos

adosamente construída

gue sumir d

sso redor se to

", murmurei,

cisava

ao terraço, meu co

atingiu meu rosto

ustrada de pedra,

apenas que ele

ro foi uma armação.

Para mantê-lo estável até

e desempenhou meu

ritou: "Vamos começar o Verdade ou

ia voltar p

ficar aqui for

de festas, tentando

de um círculo, um beici

!", ela

r mais devotado que você já teve, Bela! A

no queixo, f

começou um

a vez, eu mencionei casualmente que amava uma orquídea rara em particular, encontrada apenas em alguma m

suspiros

anda favorita não estava em turnê na nossa cidade. Ele de alguma forma os convenceu, pag

apl

ma festa. Impossível de encontrar. Ele a rastreou através de uma dúzia de colecion

angue

ia essas

gas sobre "um amigo" que ele ajudou, ou "um

meiro jantar de Dia dos Namorado

poupança conjunta que tínhamos, alegando u

io que seu pai lhe deu, uma herança

a

fazendo essas co

m amigo anôn

do aquele dinheiro.

Isab

funilou. O salão

l, Bela?", alguém perguntou

"Talvez eu os apresente um dia.

direção à ent

estav

rc

percorreram o salão, pousaram em Isabel

arada a poucos me

ireto par

disse a ela, a voz baixa.

a agenda dele. Ele não

. Pela ligação dela.

notou. Surpresa br

Você

e uma anomal

eu disse. Minha voz soa

rona?", ele perguntou,

", eu disse. "

embora, deixa

al pe

e ele sem

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Uma Segunda Chance, Um Beijo de Amor Verdadeiro
“A chuva na Rodovia dos Bandeirantes batia com força no nosso para-brisa, assim como meu estômago se revirava com aquela dor aguda e familiar. Marcos dirigia, os nós dos dedos brancos de tensão, até que o celular dele brilhou com o nome 'Bela'. Meu marido, o eterno cachorrinho leal dela, sumiu num piscar de olhos. "Lena, chama um Uber. A Bela precisa de mim", ele declarou, me abandonando doente e sozinha naquela estrada escura. Era a nona vez que Marcos escolhia a ex-namorada em vez de mim, sua esposa. O 'nono adeus' de uma aposta cruel que Isabela orquestrou anos atrás: "Nove vezes, Lena. Nove. E então você vai embora." Cada incidente abria uma ferida mais profunda: o jantar do nosso aniversário, minha cirurgia de emergência, o velório da minha avó. Eu era apenas o seu estepe conveniente, seu 'prêmio de consolação', um peão no jogo doentio deles. Dias depois, após um acidente de elevador que me deixou em pedaços e hospitalizada, Marcos amparava Isabela, seu pavor era apenas por ela. Finalmente, enxerguei com uma clareza assustadora: ele nunca me amou de verdade. Meu casamento foi uma mentira meticulosamente construída, orquestrada por Isabela desde a faculdade. Meu amor por ele, aquela esperança tola e teimosa, finalmente se esgotou, deixando apenas um vazio doloroso. Mas o jogo tinha acabado. Eu já havia assinado os papéis do divórcio que ele, por descuido, nem notou, pronta para a minha liberdade. Quando Isabela, mais tarde, armou uma armadilha cruel para me humilhar publicamente, me acusando de agressão, um estranho misterioso interveio, mudando tudo. Este era o fim de um pesadelo e o começo da minha verdadeira vida.”
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