“Um pacto selado com a morte do meu pai ditava que, no meu aniversário de vinte e dois anos, eu me casaria com um Monteiro e coroaria o próximo CEO. Durante anos, corri atrás de Breno Monteiro, convencida de que meu amor não correspondido acabaria conquistando seu coração. Mas na minha festa de aniversário, ele deu a pulseira que era para mim para minha meia-irmã, Juliana, bem na frente de todo mundo. "É melhor se acostumar, Fé", ele debochou. "Estou prestes a me tornar o CEO. Não posso ficar preso a uma mulher só." Ele me chamou de descarada e perversa, uma vergonha para o nome da nossa família. Ele me humilhou, me traiu com Juliana e exigiu que eu aceitasse seus casos se quisesse ser sua esposa. Sua crueldade atingiu o ápice quando ele me deu um tapa em público e até tentou me esfaquear no dia do meu casamento. Na minha vida passada, essa devoção cega me levou a um casamento miserável. Ele me envenenou lentamente, e eu morri sozinha enquanto ele vivia feliz com minha meia-irmã. Mas quando abri os olhos novamente, eu estava de volta àquela festa, momentos antes de ele dar o meu presente para outra. Desta vez, eu sabia a verdade. E sabia que não o escolheria.”