bem o que dizer. Não quero pa
- Yarin riu suavemente, com uma
conta, como
havia queimado pela manhã porque ficou distraída, do vestido que Seline encontrou no closet e que
es? - perguntou
um vaso com girassóis na jan
e nos virmos - respondeu, sem hesitar, como se fosse
o no peito. Era raro alguém pensar ne
rin preferia tons claros, já Seline confessou gostar de cores fortes, mesmo que raramente tivess
, o assunto deslizou
sse Yarin, com um carinho na voz qu
faz rir... e, bem, tem se
m silêncio, so
bom... se
veio rápida, inocente demais,
... vocês já tiveram aqueles mome
rganta secou, e de repente o quart
as, qualquer coisa que pudesse soar convincente. Nunca havia tido nada com Stefano. Nu
ncio. - É que, bem, como irmã... eu fico curiosa, sabe? Quero ent
engoliu
- conseguiu dizer, com um sorriso forçado que Ya
ainda estamos
lado Ya
o que fui evasiva e peço até desculpas por isso. __ Ela fala em um tom u
pode contar comigo. Nem que seja só pra ri
a palavra era um fio entre a verdade e a mentira. E, quanto m
essa a missão que lhe daria algum tempo de vida. Mas, ao mesmo tempo, a doçura de Yarin
ua respiração travar. A porta, que não estava trancada, se abriu devagar, revelando a figura de Ste
erguntou em tom baixo, quase um s
elular contra o pe
. Apenas co
lado da cama. Ficou um instante em silêncio, apenas a observand
e, finalmente, puxando uma cadeir
ha próxima. Que se torn
nas assent
carregado, e Seline sentiu a respiração prender-se em sua garganta. Ele se inclinou um pouco ma
penso que meu trabalho é uma maldição. O sangue, as dí
tefano falar de si de forma tão... humana, ain
zendo isso? - arriscou
dele contra sua pele. Por um instante, o mundo pareceu parar. Stefano, aquel
qui... - murmurou, deixando
portável. Ele inclinou o rosto ainda mais, seus o
ou, erguendo-se de repente e v
. - disse, já de costas para ela
scubra o que Marcus escond
ha novamente, tremendo, sem entende
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