espondeu rápido
ativa dela de se defender. Levantou a mão, fez menção de tocar-lhe o ro
ndo a gostar desse seu je
nforto lh
ousou responder. O coração pa
, voltando à mesa de sinuca co
rota. - disse por fim
er que me incomode... eu m
sa. E, pela primeira vez, Seline não soube se sentia apenas medo..
e sentiu nos dias anteriores, e, de repente o medo some como um passe
instante, agora, indiferente a tudo que lhe fora falado
e, erguendo uma sobrancelha
seu olhar es
dele. O cabelo solto caía sob
z baixa, quase um sussurro. - Eu não
taco de sinuca na
mo a
os olhos
que eu me infiltre, que eu me vi
não quero
ão tenho mais família. S
me impo
tante a frieza dele pareceu quebrar. Não estava preparado para ver aquela garota -
do, deu um passo pa
oferecer. Se quiser, faça ago
ozinho, imóvel, os olhos estreitados. O taco de sinuca
podia perder essa peça do jogo. Se ela não tivesse mais medo da morte, o controle acabaria. Precisava t
iciente. Se ela achava que não tinha mais nada a perder
uma leve refeição ela foi dormir e,
reagir, foi levada por corredores que nunca tinha visto, descendo escadas
vam umidade, havia apenas uma lâmpada fraca
ado. Um pânico primitivo subiu-lhe à garganta. Começ
corpo, o frio encolhia seus ossos. O instinto de sobrevivência gritou dentro
gelante. Tá tudo um grande tormento, tudo ainda pior, ela chega a aluci
iras se formaram e seus lábios ressecaram e o seu corpo e mente, agora luta pa
é vencida pela
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