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O Dia em que Morri e Revivi

O Dia em que Morri e Revivi

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Capítulo 1 

Palavras: 1094    |    Lançado em: 13/10/2025

a por ar, seu peito

s, Léo, observava, o

anafi

o rapid

arido, Marcos, implorando pa

ue respirar!", Léo

g" com sua amante Carla, descartou o c

ele supostamente chamou para Alice foi desviada par

e Alice s

correu para fora em busca de ajuda,

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ria tragédia, enquanto os paramédicos

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do, podia ser tão mo

amargo e consumido

Sempre

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a no chão

bem, entro

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catastrófico n

da, protegeria seu f

ítu

. Seu peito se apertou, um t

, observava, seu pequeno ro

a caneta de adrenalina, sua visão em

s", ela engasgou. "

ajoso, pegou o celular dela. Seus d

botão de chama

respirar! Ela parece muito

nte só está tendo um ataque de pânico, Léo. Dê a caneta de adrenalina p

rio! Ela disse pr

ncia pra ela", disse Marcos,

uava numa névoa de dor, Marcos ligou de vo

a que eu chamei pra você, estou desviando pra ela. Ela está mais perto

se partiu. Carl

!" Ele largou o telefone e disparou pela porta, provavelm

u. Um baque su

ouviu um tipo diferente

, sil

imo suspiro irregular. Seu espírito p

Deitado na

am lá, trabalhando nela, depois

: Léo, pequeno e quebrado, p

na demais. Horror. Luto. Culp

stava dele, se estilhaço

sua própria tragédia, enqua

le. Sua negligência. S

Aquela

outra chance. S

s Andrade entrar em sua

faria

Um arrependimento

voto de fúria fria, "se houver uma

lice se abrir

ala. Seu peito doía, ma

Ela tocou sua gar

é

um salto, o coração

arregalados. "Mamãe? Você tá bem? Você

anta força que ele soltou um g

vavelmente estavam vermelh

o baque, do lençol.

dário na parede. A dat

tinha ac

segunda chance

va com uma determina

ria aquele fu

mesa de centro. Uma

la

ias. Ela pegou o aparelho, o d

ecisav

antar luxuoso. Marcos,

nel novo e brilhante. U

e vê meu potencial. Tão grata por seu apoio no lançamento

ostagem: on

vada. Ra

" com Carla enquanto era casado com

omem podia ser tão despr

echadura. Marcos e

uando viu o

Parece que você

a. Uma mancha de batom, que não era da cor dela, es

zia. Era sua frase favorita. Irritava

çou, a voz tensa. "P

Léo quase morreu, porque você estava com a Carla, o que

stá falando? Que coisa maluca de se

eus olhos. A total f

deria. Ele nu

to pesado. A amargur

desperdi

cos", disse ela, as palav

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O Dia em que Morri e Revivi
O Dia em que Morri e Revivi
“Alice Ribeiro lutava por ar, seu peito um torno sufocante. Seu filho de seis anos, Léo, observava, o rosto pálido de pavor. Choque anafilático. Piorando rapidamente. Ela engasgou o nome de seu marido, Marcos, implorando para que ele ligasse para o 192. "A mamãe não consegue respirar!", Léo gritou ao telefone. Mas Marcos, ocupado "fazendo networking" com sua amante Carla, descartou o caso como um simples "ataque de pânico". Minutos depois, ele ligou de volta: a ambulância que ele supostamente chamou para Alice foi desviada para Carla, que apenas "tropeçou" e torceu o tornozelo. O mundo de Alice se partiu. Léo, um herói em seu pequeno coração, correu para fora em busca de ajuda, apenas para ser atingido por um carro. Um baque surdo e medonho. Ela assistiu, um fantasma em sua própria tragédia, enquanto os paramédicos cobriam seu corpo pequeno e quebrado. Seu filho se foi, porque Marcos escolheu Carla. Devastação. Horror. Culpa. A imagem de Léo a assombrava, uma marca em brasa. Como um pai, um marido, podia ser tão monstruosamente egoísta? Um arrependimento amargo e consumidor corroía sua alma. Carla. Sempre a Carla. Então, os olhos de Alice se abriram de supetão. Ela estava no chão da sala. Léo, vivo e bem, entrou correndo. Era uma segunda chance aterrorizante e impossível. Aquele futuro catastrófico não aconteceria. Ela retomaria sua vida, protegeria seu filho e os faria pagar.”