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Quando o Amor Morreu, a Liberdade Começou

Quando o Amor Morreu, a Liberdade Começou

Autor: Axel Bob
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Capítulo 1 

Palavras: 1670    |    Lançado em: 13/10/2025

do cortou a boche

seu marido, Heitor Carvalho, rosnou: "Ala

o. E então,

uarto de casal, com o calendário marcando três meses após seu cas

parece perfeito." Jéssica Torres, seu verdadeiro amor, a sombra sobre a primeira v

havia dedicado a Heitor uma de

descarados, seu abuso emocional,

ra, ridicularizada pelo círculo de Heitor e

ra um comprimido amargo. Seu coração, antes partido, agora

s de Dona Eleonora, e Heitor, sem hesitar, empurrou

cabeça de Alana girava com o im

. Ela entregou uma pequena caixa de veludo em sua

a. Para. Sempre.", ela declarou, sua v

ítu

ssageiro cravaram-se na

la gaguejou, as mãos trêmula

u, um som áspero e fe

s dedos encontraram o celular, discando

ctou. "Heito

o", Heitor Carvalho, seu marido por sete ano

por favor, e

cabeça. O telefon

uri

, uma dor lancinante e u

Alana. Você não conseg

lana se abrir

de seu carro, mas para a familiaridade op

s cortinas de seda. Anos

a viva. R

a de cabeceira marc

Três meses dentro do inferno

com o cheiro fantasma de s

cebido uma s

o telefone pressionado contra

oz se suavizando, um tom que Alana havia desejado e nunca recebid

ue ele realmente amava. A mulher que havia sido uma s

dor em seu peito, rapidamente do

vez,

eendentemente firme, rouca pelo desu

eu rosto bonito. "O que foi agora, A

se. As memórias de sua morte, da indiferença d

nsou, virando-se de

ana, sua voz ganhando for

urto e desdenhoso. E

. O que é isso, mais um dos seus jo

, sua expressão uma mistura

a sua cabeça. E além do mais", ele se inclinou,

ira, era tudo igual. Mas

ontrando seu olhar sem vacilar. "I

ara fora da cama, ignorand

u celular – o celular desta vida –

se ela ao telefone, sua voz clara e profissional. "É sobre um aco

ento desaparecendo, substituído

"Ele pode me v

, Alana amou Heitor Carvalho com u

ados, seu abuso emocional, tudo na esperança paté

tica que Eleonora Carvalho, sua avó

trado o casamento deles, atrelando o acesso d

a, de suas palavras sussurradas: "Ele precisa de

la. Ela havia tentado. De

rres era uma marc

e o início, uma víbora

em eventos que Alana deveria organizar, deixando Al

empo de Heitor, implorando para que ele não vi

a uma vitória, cada promes

horosas, colapsos públicos que apenas solidificavam a

nda amava

uma sala, no modo como sua voz se suavizava quando ele pr

ula para ambos, fora o último

quieta e os talentos artísticos de Alana como um con

via Alana como um obs

ou Alana, pela vida que s

qualquer migalha da atenção de Heitor,

mprava roupas que odiava, mas achava que ele admiraria, a

rdadeira paixão,

emoções um pêndulo balançan

ejo de bondade – geralmente quando queria algo – ela se agarr

elas provocações sutis de Jéssica e pela defesa imediata de H

a e arrepiante se i

idor e autodestrutivo que ela s

ele carro, ouvindo

eco oco, um tecido ci

suspirando por um homem incapaz de amá-la,

o que para Heitor, que agora a encarava com uma expressão es

ainha

nda estava processando as p

por ele, de c

impecável estava na porta. "Sr

entre", disse Alana, dan

l, agudamente ciente de Heitor segui

mogno polido. "Acordo de separação padrão. Div

caneta. Sua mã

z tingida de incredulidade e um

mesmo faz

is, seus olhos percor

ir embora?", ele zombou, mas o so

ome com um traço

mim quando perceber o erro que cometeu

e, a dispensa familia

m sorriso pequeno e genuíno

"A única coisa de que me arrependo é

fazendo as malas. Não apenas

embora. D

raria. Desta vez

a Matos, reivindicando a i

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Quando o Amor Morreu, a Liberdade Começou
Quando o Amor Morreu, a Liberdade Começou
“O vidro estilhaçado cortou a bochecha de Alana Matos. "Socorro", ela engasgou ao telefone, mas seu marido, Heitor Carvalho, rosnou: "Alana, pelo amor de Deus, estou numa reunião." Um golpe seco. E então, a escuridão. Ela não acordou em seu carro ensanguentado, mas em seu opulento quarto de casal, com o calendário marcando três meses após seu casamento. Três meses de um casamento que já havia começado a matá-la. Heitor estava perto da janela, sua voz se suavizando: "Sim, Jéssica, hoje à noite parece perfeito." Jéssica Torres, seu verdadeiro amor, a sombra sobre a primeira vida de Alana. A dor familiar no peito de Alana deu lugar a uma fúria nova e gélida. Por sete anos miseráveis, ela havia dedicado a Heitor uma devoção desesperada e inabalável. Suportou sua frieza, seus casos descarados, seu abuso emocional, tudo por um pingo de sua atenção. Ela havia se tornado uma casca, uma caricatura, ridicularizada pelo círculo de Heitor e tratada com condescendência por sua família. A profunda injustiça, a pura cegueira de sua indiferença, era um comprimido amargo. Seu coração, antes partido, agora não sentia nada além de um eco oco de amor não correspondido. Então, em uma gala, um ato cruel envolvendo as cinzas de Dona Eleonora, e Heitor, sem hesitar, empurrou Alana, suas acusações ecoando: "Você é uma vergonha." Ele confortou Jéssica enquanto a cabeça de Alana girava com o impacto. Aquela foi a gota d'água. Sem lágrimas, sem raiva. Apenas uma resolução fria. Ela entregou uma pequena caixa de veludo em sua cobertura. Dentro: a aliança e o pedido de divórcio. "Eu. Quero. Você. Fora. Da. Minha. Vida. Para. Sempre.", ela declarou, sua voz clara. Ela renasceu para ser livre.”
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