“Meu casamento de oito anos acabou por causa de uma foto do meu marido, Heitor, com sua jovem assistente, Kátia. Ele a chamava de sua #EsposaDeTrabalho. Naquela mesma noite, ele acidentalmente queimou meu braço com sopa fervente. Em vez de me levar ao hospital, ele me abandonou na beira da estrada para consolar Kátia por causa de uma dor de cabeça. Sua crueldade trouxe de volta uma memória enterrada: a noite em que sua negligência me fez perder nosso filho, uma perda que ele distorceu para me culpar inteiramente. O golpe final veio quando eu vi: uma tatuagem idêntica no pulso de Kátia, a mesma que Heitor tinha sobre o coração. Isso não era apenas um caso; eu estava sendo substituída. Ele implorou, chorou e até arrancou a tatuagem do próprio peito numa demonstração sangrenta de desespero. Jurou que me amava e que não podia viver sem mim. Então, quando o hospital ligou para dizer que ele sofreu um grave acidente de carro e estava lutando pela vida, eu ouvi com calma. "Sinto muito", eu disse, com a voz perfeitamente clara. "Você ligou para o número errado."”