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O Noivo Que A Deixou Para Morrer

Capítulo 3 

Palavras: 775    |    Lançado em: 17/10/2025

rmelha do sinalizador era uma promessa secreta, mas uma promessa que se desvanec

nha mente, um mantra cruel de trai

inha última linha de defesa, estava comprometida. Minhas camadas de base estavam agora expostas, rapidamente se satur

ava sendo medi

rem. Eram Bruno e os outros, voltando da barraca principal. Por um momento selvag

u vi se

. "Ela me atacou, Bruno! Eu só fui ver como ela estava, e e

ra de jogar ao meu lado. Estava ali na neve, uma prova silenciosa

e o rasgo em minha jaqueta. Ele viu o corte não como uma

alpinista interveio. "Ela est

tou...", as palavras saíram como um

de Carla, manchado de lágrimas, para minha forma q

a confusão. Era uma certeza fria e dura. Ele acreditava nela. Ele olhou para

atenção", ele rosnou, sua voz pingando veneno. "Mas is

a pessoa com um encolher de ombros desdenhoso. "Sempre tem que ser a es

rescentou outra voz. "Comp

estavam construindo uma narrativa ao meu redor, uma jau

em torno dela. "Está tudo bem, querida", ele murmurou, sua voz grossa com uma tern

casual, tão íntimo, foi

e. Mas por cima do ombro dele, seus olhos enc

oção. Ele se levantou, olhando para mim como se eu fosse um equipamento defeitu

ente. Não havia mal-entendido a ser esclarecido. Não havia amor a

de minha luta se esvaindo. O frio era um conf

io para o benefício dos outros. "E estou revogando oficialmente a autorização da Alex Gray

lizando minha se

ngiu, e o mundo começou a embaç

caindo em um abism

om cortou o rugido da nevasca. Era um som que não pertencia aqu

Vum

licóp

-

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O Noivo Que A Deixou Para Morrer
O Noivo Que A Deixou Para Morrer
“O primeiro sinal de que eu ia morrer não foi a nevasca. Não foi o frio que congelava até os ossos. Foi o olhar nos olhos do meu noivo quando ele me disse que tinha dado o trabalho da minha vida - nossa única garantia de sobrevivência - para outra mulher. "A Carla estava congelando", ele disse, como se eu estivesse sendo irracional. "Você é a especialista, você dá um jeito." Então ele pegou meu telefone via satélite, me empurrou para dentro de um buraco de neve cavado às pressas e me deixou para morrer. Sua nova namorada, Carla, apareceu, enrolada confortavelmente no meu reluzente cobertor térmico inteligente. Ela sorriu enquanto usava meu próprio piolete para rasgar meu traje, minha última camada de proteção contra a tempestade. "Para de ser tão dramática", ele me disse, a voz cheia de desprezo, enquanto eu estava ali, congelando até a morte. Eles acharam que tinham tirado tudo de mim. Acharam que tinham vencido. Mas eles não sabiam do sinalizador de emergência secreto que eu havia costurado na minha manga. E com minha última gota de força, eu o ativei.”
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