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Noiva Renascida, Não Mais Sua Vítima

Capítulo 2 

Palavras: 1436    |    Lançado em: 17/10/2025

ista de Al

ra a gaiola. Sete dias. Cento e sessenta e oito horas. Uma chance de rebobinar a fita, de apagar as ú

Eu podia ter a vida deles de volta. Mãe. Pai.

maginei como o quarto do bebê - e encontrei um esconderijo. Deslizei cuidadosamente a preciosa passagem para den

o e da barriga triunfante e grávida de Karina queimava por trás das minhas pálpebras. Eu os via juntos em nossa

planta era a mesma, um membro fantasma da minha vida antiga, mas cada detalhe estava errado. Na cozinha, estendi

eu lhe disse que muitas vezes acordava com sede. Um pequeno e impensado gesto de amor que ago

nsegue

ganta. Caio estava na porta, uma silhueta contra a l

resença sugando o ar da sala. Ele não olhou para mim. Era como

nte. Eu tinha que dizer alguma coisa.

sede," eu disse, minh

ainda de cos

a dormir sem leite morno. A

gando leite para si mesmo. Ele estava cuidando de sua esposa g

assim? Você não se lembra de nós? - morreram na minha

para recuar de volta

li

um fiapo de esperança tola

lhar estava fixo na minha mão

disse, sua voz plana. "

izado, um pequeno e intrincado 'A' e 'C' entrelaçados. Ele me deu no dia em que fechamos a c

tivamente se fec

tei, embora já so

à casa," ele disse simplesmente, como se estivesse di

a a minha chave

frio, estava sistematicamente desmontando cada peça da vida que construímos, cada

chave do chaveiro. O metal estava frio

dedos tocassem os meus,

e, sua voz desprovid

ta para o quarto de hóspedes e fechei a porta, encostando-m

a am

quanto a morte dos meus pais. Ele a amava o suficiente para me apagar. El

Minha mão foi para o meu estômago, plano e vazio.

videz. Deu positivo. Eu estava esperando um filho de Caio. Eu planejava contar a ele naquela noi

outra mulher. E em minha dor e raiva,

claramente queria, um filho que ele amava. E o meu? Nosso bebê era um

dormi

m fundos, contornados de vermelho. Seu rosto estava pálido e abatido. Jo

onde Caio e eu deveríamos tomar nosso primeiro café da manhã como marido e mulher. Ele estava cortando

um soco n

hante e enjoativamente doce. "Venha, junte-se a n

. Como ela

har, sua express

em-vinda," ele disse, sua voz com um toque de aviso. "Ela va

via procurado informações sobre sua

a indesejada no meu próprio funeral. Maria, a empregada,

nqueca do garfo de Caio, enc

s costas estão doendo

urou, sua voz se suavizando em um tom de pura adoração que

, aninhando-se mais perto dele.

a. Era a intimidade casual e sem esforço que mais doía. Os momentos tranqu

eliberado e cruel projetado para me mostrar exatamente o que eu havia perd

ra trás, o som do arrasta

lic

a que s

Caio era afiada, m

o me

itério," ele disse, seu tom plano e profiss

estava me dando isso, uma chance de vê-los. Mas não era um ato de bondade

o endereço dos túm

-

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Noiva Renascida, Não Mais Sua Vítima
Noiva Renascida, Não Mais Sua Vítima
“Na véspera do meu casamento, uma foto do meu noivo com uma estagiária me fez fugir para Paris. Mas quando o avião pousou, cinco anos haviam se passado. Meus pais estavam mortos, vítimas de um acidente de carro enquanto me procuravam. Meu noivo, Caio, agora estava casado com aquela mesma estagiária. Ela estava grávida e morando na nossa casa. Ele me tratou como uma louca desconhecida, e quando ela fingiu uma queda da escada, ele me culpou. Ele me trancou em um quarto do pânico escuro - meu maior pavor - para me punir. Lá, na escuridão sufocante, eu perdi nosso bebê. Ele achou que eu estava apenas fazendo cena para chamar atenção. Mas uma passagem de volta me trouxe de volta. Eu acordei no dia do meu casamento. Meus pais estão vivos. Desta vez, eu não vou fugir.”
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