“Meu noivo, Frederico, foi flagrado com sua amante grávida, mas a aliança de uma década entre nossas famílias significava que eu deveria suportar a humilhação. Ele exigiu que eu a convidasse para o baile em memória dos meus pais. Quando recusei, ele cravou uma faca na minha mão e cancelou o evento. Depois, me trancou na cobertura profanada dos meus pais, anunciou seu noivado com ela e planejou me deserdar publicamente na reunião de acionistas onde ele seria coroado CEO. Ele chamou o legado da minha família de "lixo" e me deixou sangrando no chão para atender a ligação da amante. Ele achou que tinha me quebrado. Ele era um tolo. Na reunião, nosso advogado revelou a verdade: eu detinha o controle de 51% da empresa, e o CEO tinha que ser meu marido. De repente, todos os olhos se voltaram para mim. E eu estava pronta para fazer minha escolha.”