“Eu estava morrendo de câncer quando meu ex destrutivo, Bento Ferguson, voltou para Curitiba. A primeira coisa que ele fez foi demolir a loja de discos do meu falecido pai. Mas sua nova noiva, Graziela, deu o golpe final. Com um sorriso perverso, ela me encurralou e derramou as cinzas da minha mãe na rua imunda. Eu explodi. Bati meu Mustang antigo no conversível dela. Duas vezes. Acordei no hospital, tossindo sangue, bem a tempo de ver Bento no noticiário. "Quando eu a encontrar", ele rosnou para as câmeras, "vou sentir prazer em quebrar cada osso do corpo dela." Ele não fazia ideia de que o câncer, acelerado por sua crueldade, já estava me matando. Ele queria meu corpo? Ótimo. Recusei todo o tratamento e combinei com o hospital para ligarem para ele. Minha vingança final não era lutar contra ele. Era morrer e fazê-lo reivindicar o cadáver da mulher que ele destruiu.”