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Refém de um traficante

Capítulo 4 04

Palavras: 1466    |    Lançado em: 28/10/2025

LE

rte do que o normal, mas a minha mente ainda estava focada. Olhei para o relógio e vi que já eram quase seis horas da tarde. Como eu c

me levantei sem pressa. Fui até a geladeira, abri a porta e peguei o resto do suco de laranja que tinha sobrado pela

ar - não é como se eu tivesse escolha. Revirei os olhos. Como aquela novela conseguia ser tão chata?

da Isabella. Era minha melhor amiga, ou melhor, a única amiga que eu tenho. Nós duas crescemos juntas, e mesmo que nossas vi

tsa

ário pra você 😙🩷 e como foi se

Era bom ouvir uma mensagem dela, mas e

ue aturar a chata da Paloma no meu pé. Ess

bê o dia todo. E o idiota do Isaac ficou me perturba

ino como deve te

não, kkkkk foi

vou sair agora. A

sapp

nsando em como meu dia tinha sido chato, como eu estava me sentindo cada vez mais presa nesse lugar. A sensação de e

ecoou do corredor. "Desliga isso, essas coi

ar a sério. Minha mãe é daquele tipo que transforma tudo que ela não entende em alg

iar a tensão. Desliguei a televisão e dei uma olhada

o. "Tá mais pra pouca vergonha, onde já se viu uma pouca vergonha de

moral e bons costumes, mas não tinha como discutir. "Tô indo pro culto

ponta da língua, mas eu sabia que não poderi

mãe. Tô com mui

quências. Não gostava de mentir para ela, mas tinha que fazer isso. Não podia contar

ada alguns segundos, esperando ouvir o som dos passos dela se afastando cada vez m

que ninguém estava por perto, olhei pela janela e confirmei que não havia ninguém na rua q

igo. O caminho até o barraco dele parecia cada vez mais longo. Cheguei lá e, por um instante, parei. Será que ele

ue me aguardava. Quando entrei, encontrei Coringa sentado no sofá, sem camisa, bebendo diretamente da garrafa. O olhar dele

Ele me olhou de cima a baixo, como se eu fosse nada ma

ei falar, mas ele me

! ㅡ falou sério e ol

não me deixou nem f

falou eu olhei pra

ireito, não sabia se tinha escutado

dida com um tapa no meu rosto. ㅡ EU NÃO VOU REPETIR, TI

nda não tava acreditando que eu ia perder a minha virgindade daquele jeito, sendo estuprada! Ele rasgou minha calcinha e colocou seu membro em mim e começou me penetrar, eu gritei de dor, aquilo doía muito, parecia que ele estava

l entre as minhas pernas, eu me sentia suja, nojenta. E

ㅡ puxou meus cabelos me ameaçando, eu apenas sacudi a cabeça. Ele

do que acabou de acontecer comigo começaram a passar p

fiz pra merecer

me encolhi com medo. Seus cabelos estavam molhados, seus olhos eram castanhos, mas naquele momen

qui? Anda rala daqui vagabund

ificuldade, mas quando ia

u falar pra alguém, eu te mato! ㅡ

ortando com a dor que eu tava sentindo na minha

ue alguém pode destruir, ele destruiu a

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Refém de um traficante
Refém de um traficante
“Depois de ter sido abusada e rejeitada pela própria mãe, Helena se vê obrigada a dividir o teto com o homem que mais odeia: seu próprio abusador. Carregando traumas que ninguém deveria suportar, ela acredita que sua vida está condenada à dor e ao silêncio. Mas o destino, cruel e imprevisível, coloca em seu caminho um homem tão perigoso quanto fascinante. Ele é frio, temido por todos, dono de um mundo de violência e segredos. Ela é apenas uma garota quebrada, tentando sobreviver dia após dia. Entre cicatrizes do passado e o risco do presente, Helena descobre que o coração pode se perder mesmo nos lugares mais sombrios. Porque há amores que nascem no caos, e quanto mais proibidos... mais inevitáveis se tornam.”
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