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Quando o Amor Deixa de Ser Nosso

Capítulo 4 Reencontros Têm Cheiro de Passado

Palavras: 765    |    Lançado em: 01/11/2025

dou com o coração batendo m

celular. Leu mais uma vez, como quem precisa confirmar

uma roupa que passava longe da tentativa de impressionar, mas ainda

via algo novo no olhar. Um

chada moderna, o vidro refletindo o céu da manhã, tudo ali pareci

com um sorriso e a enca

elevador, Clara se

ndo aqui, hein? - su

porta estava entreaberta, e a voz dele veio primeiro, firme, segura

com aquele sorriso que começava nos olhos.

meio se

A vida tem

estendeu a mão. O toque dele

embaralhar. O passado e o presente se

observando-a com sinceridade. -

do - não tem mais nada daquele

briga a gente a crescer. Mas confesso que tô

olhar, tentando

ava fazendo. Ela contou o básico, o casamento, o tempo fora do

om atenção genuína

ficou em silêncio por u

da turma. Tinha um olhar diferente pras coisas,

Henrique. Não sei s

imediato, com firmeza.

iro. E sentiu algo leve no peito, como se o

ou um papel

visora de projetos. É exigente,

tou aqui pedindo um favor -

ovelos na mesa e a olhou nos olhos. - Estou convida

olhar dele por

sem promessas, sem segundas inte

sorrindo de leve. - Eu a

riu de volta

a te levar pra almoçar. Tem

um instante, mas

e, falaram de amigos que se perderam pelo caminho. E entre um café e outro,

a porta de casa, o so

disse ele, com um sorriso que par

sem conseguir disfarçar o olhar que dur

com o coração b

egado. E, pela primeira v

, foi até a varanda e obse

, talvez, ela mesma estivesse escreve

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Quando o Amor Deixa de Ser Nosso
Quando o Amor Deixa de Ser Nosso
“Clara acreditava viver o casamento perfeito. Cinco anos ao lado de Arthur - o homem que ela considerava o amor da sua vida. Por ele, deixou a carreira, os sonhos e a própria rotina para se tornar a esposa ideal. Mas tudo desmorona numa única noite. Um jantar preparado com amor. Uma mesa posta. Uma mensagem no grupo das amigas. Uma foto em um restaurante que tinha o significado do amor deles - e a mão dele ali, inconfundível. Quando Clara chega ao restaurante, o mundo dela desaba. Arthur não apenas a trai, como tenta justificar o erro com uma proposta absurda: um casamento aberto. Para sua surpresa, Clara aceita - não por submissão, mas porque algo dentro dela desperta. Determinada a se reconstruir, ela decide voltar ao mercado de trabalho e acaba reencontrando Henrique, um antigo colega de juventude que sempre foi apaixonado por ela. Hoje, ele é dono de uma grande empresa - e está disposto a oferecer a ela uma nova chance, no trabalho e na vida. Enquanto Clara redescobre sua força e vive uma paixão verdadeira, Arthur entra em espiral de ciúme, culpa e desespero. A amante engravida, e ele a força a interromper a gestação - decisão que termina em tragédia e o confronta com as consequências irreversíveis de suas escolhas. Entre amor, culpa e redenção, Clara precisará decidir se perdoar o passado vale mais do que seguir adiante com o futuro que finalmente descobriu merecer.”