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Vingança pela Mãe: Destruindo o Mundo da Máfia Dele

Capítulo 2 

Palavras: 543    |    Lançado em: 03/11/2025

e Vista

garota no espelho era uma estranha, seus olhos vazios, seu rosto uma máscara pálida e tensa. Meus dedo

marcar como sua. Ele não saía. Passei a mão sob a água fria, o choque gelado uma fer

botada da minha mãe e do pai que eu mal conhecia. Não era mais um símbolo de amor. Era o preço. O c

a súbita e aguda de luto que quase me fez dobrar os joelhos. Eu a forcei para baixo. Emoção er

vro favorito, um pequeno medalhão de prata com uma foto minha de bebê dentro. Coloquei-os em uma

do verão passado. Eu, minha mãe e Caio, todos sorrindo em um barco e

cortei Caio da foto. Seu rosto sorridente, o braço possessivamente em volta do meu ombro - s

nha carteira e joguei o peda

uma das amigas bajuladoras de Isabela. Um vídeo dela e de Caio, se beijando em um teleféric

eito, confirmando o que eu já sabia. A traição não

mais apenas dor. Era uma bússola. Estava me apontando

os fundos. A pequena propriedade da minha mãe dava para o Rio Pinheiros. Fiq

a trás e arremessei

ura e agitada. Nem sequer o

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Vingança pela Mãe: Destruindo o Mundo da Máfia Dele
Vingança pela Mãe: Destruindo o Mundo da Máfia Dele
“Meu noivo, o Subchefe da Família De Luca, prometeu que incendiaria o mundo por mim. Mas quando minha mãe estava morrendo no hospital, ele escolheu uma viagem para Campos do Jordão com outra mulher. Foi o cachorro daquela mulher que atacou minha mãe, mas quando liguei para ele, tremendo, ele ficou irritado. Ele estava em Campos do Jordão com a Isabela, e eu podia ouvi-la rindo ao fundo. Ele descartou os ferimentos da minha mãe como um "arranhãozinho" e me disse para "não fazer tempestade em copo d'água". Enquanto a febre da minha mãe disparava, ele ignorou meus apelos desesperados. Em vez disso, meu celular acendeu com uma postagem no Instagram dele e da Isabela, sorrindo ao lado de uma lareira, tomando chocolate quente. Minha mãe entrou em choque séptico. Aquela foto foi uma declaração pública, um julgamento sobre o valor da minha mãe e o meu próprio. Uma fúria gélida queimou até a última gota de amor que eu sentia por ele. Ela morreu às 3:17 da manhã. Segurei sua mão até ficar fria, depois saí do hospital e liguei para o único número que eu nunca deveria usar - o número do meu pai. "Ela morreu", eu disse. "Estou indo para Curitiba. Vou deixar esta vida para trás e vou queimar o mundo dele até o chão."”
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