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O Rato Nas Sombras: Sua Queda

Capítulo 3 

Palavras: 859    |    Lançado em: 14/11/2025

ra

ante com a cena caótica que eu havia deixado para trás. Sentei-me no sofá da sala, a única luz vind

. Ele entrou, suspirando pesadamente ao fechar a porta. Ele não me vi

envolveu meus braços em volta da minha cintura. Seu queixo repousou no meu ombr

quase hesitante. "Sobre hoje..." Ele

a voz vazia, cortando sua tentativa de recon

u, a voz tensa. "Foi uma emergência. O Léo estava machucado. A Isabela estava desesperada." Ele tentou descartar, minimizar, c

que não foi nada, Bruno. Voc

ga de longa data. Nos conhecemos desde o colégio. Não há nada mais do que isso." Ele tentou me

Seus lábios estavam frios. Eu não senti nada.

ndo para um tom de médico. "O cuidado pós-procedimento

ha seguido em frente com o procedimento. Ele nem sabia. Ele não

a pessoa mais importante do mundo. Ele uma vez me disse, sob o brilho suave de um poste de luz depois de um turno noturno, que admirava minha dedi

Dra. Clara Benevides, oncologista pediátrica. Dr. Bruno Benevides

silêncio. Observei suas costas largas, o jeito como seus ombros se movi

o os ruídos da cozinha. "Eu não vou

or que não? É uma oportunidade enor

ei, a mentira com um gosto amargo na minha língua. "E com a

idatar a uma posição menos exigente. Talvez algo administrativo? Ou apenas tir

amos nos divorciar, Clara", disse ele, a voz firme, inabalável. "Nossa família vai ficar bem." Ele se v

temente minha barriga, onde as marcas das agulh

ra me disse uma vez, seus olhos percorrendo meus diplomas de

teria quando ele inevitavelmente partisse meu coração de novo? Eu me tornaria apenas mais um de seus acessórios, o

poço mais fundo, uma areia movediça que me engoliria por intei

a família era uma fachada cuidadosamente construída, bonita para o mundo ex

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O Rato Nas Sombras: Sua Queda
O Rato Nas Sombras: Sua Queda
“Suportei 121 picadas na minha barriga pela criança que meu marido, Bruno, e eu desejávamos com todas as nossas forças. Mas enquanto eu estava deitada na mesa de procedimento, a momentos da transferência do nosso embrião, ele foi embora. Ele me deixou por sua namorada do colégio, Isabela, que estava descontrolada por causa do joelho ralado do filho dela. Ele a exibia em fotos de "família" em público, enquanto sua própria família me humilhava no jantar por ser "rígida" demais. Quando o filho de Isabela me empurrou no chão, Bruno correu para consolar o menino, não a mim. Ele me olhou com puro nojo. "Como você pode achar que seria uma boa mãe se comportando desse jeito?", ele cuspiu as palavras. Eu o encarei nos olhos, minha voz trêmula, mas firme. "A parte mais engraçada, Bruno? Eu cancelei a transferência dos embriões." Então, na frente de toda a sua família, eu disse: "Eu quero o divórcio. E desta vez, não estou brincando."”
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