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Um Peão, Um Filho, Um Casamento Forçado

Capítulo 4 

Palavras: 837    |    Lançado em: 14/11/2025

ista de Ay

ua fúria, mas um som fraco e roncante o deteve. Isabela. O

um dedo para mim. "Faça algo para ela com

. O baque rítmico da lâmina contra a madeira era alto, cada corte uma liberação da minha raiva contida. Eu ainda podia ouvir

sbordando ao lado. Uma ideia sombria surgiu em minha mente. Meus dentes se cerraram. Sem pensar duas vezes, enfiei a mão na lixeira

o cheiro, mas não o efeito. Cozinhei-o completamente, observando o odor rançoso se dissipar, substituído pelo vapor pi

riso pequeno, quase imperceptível. Ele pagaria por isso amanhã. Uma pontada de algo, fugaz e indesejado, me atingiu quando olhei para o prato de Isabela. Ela estava grávi

bela saiu do barraco, seu rosto pálido, mas seus olhos afiado

ixá-lo ir, não é?", ela acu

franqueza. "É ele quem não quer me

e estava grávida, suas mãos tremeram. Eu vi." Ela fez uma pausa, um so

ma dor que tentei negar. Eu não conseguia ouvir mais nada. O mundo ficou em silêncio, consumido pela vergonha ecoante de sua acusação. Era v

rosto dele se virando. O sonho era um lembrete constante, uma assombr

os meus, depois as costas de Isabela que se afastav

va-vidas para ela?" A pergunta, adormecida por tanto tempo, finalmente se libertou. Eu precisava saber. Mesmo que fosse apenas para finalmente ent

o obscurecendo atrás de um véu de fumaça. Ele deu uma tragada, depois

rasgaram minha gargant

e olhava para o oceano escuro, su

ei, a dor no meu p

im, seus olhos desprovidos de qualquer emoção. "Vol

a noite. Sempre lá. Que piada. Eu tinha sido tão estúpida, tão com

ir, pressionei a ponta brilhante na base de seu pescoço, bem acima da gola

m som agudo e

Heitor Montenegro", cuspi, as palavras uma

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Um Peão, Um Filho, Um Casamento Forçado
Um Peão, Um Filho, Um Casamento Forçado
“Dois anos atrás, meu noivo, Heitor, jogou o único colete salva-vidas para sua amante, Isabela, e me viu afogar. Eu estava grávida do filho dele. Ele me encontrou vivendo uma vida tranquila como esposa de um pescador em uma ilha remota, me arrastou de volta para o seu mundo e revelou uma verdade chocante: nosso filho, aquele que eu pensei ter perdido, estava vivo. Ele havia sido criado por eles o tempo todo. Heitor se divorciou de Isabela e tentou me forçar a casar, usando nosso filho como um peão em seu jogo. Mas o menino que ele criou era um estranho, corrompido pela crueldade do pai, me chamando de "mulher má". Foi quando eu soube que precisava destruí-los. Eu voltei para a ilha, não como uma vítima, mas como Ayla Garcia, a filha há muito perdida do chefe da ilha. "Heitor Montenegro", meu pai rugiu, sua voz ecoando pelo salão, "você ousou tocar na minha filha? Saia da minha frente, agora!" Ele pensou que poderia arruinar minha vida, mas nunca percebeu que estava invadindo o meu reino.”
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