“Meu noivo, Beto, e eu estávamos construindo um império do design. Quando ele quebrou a perna, contratou uma diarista temporária, Gilda, enquanto eu viajava a trabalho. Eu achei que ela estava lá para ajudar; não percebi que estava lá para me substituir. Ela sistematicamente tomou conta da minha casa, virando Beto contra mim, pedaço por pedaço. A gota d'água foi encontrar meu gato, Apolo, trancado numa gaiola, machucado e faminto. Quando os confrontei, Beto a defendeu. Ele me chamou de monstro e mandou eu me livrar do meu gato, tudo pelo bem do bebê que eu carregava em segredo. O choque da traição dele foi um golpe brutal. Tão brutal que perdi o bebê naquela mesma noite. Ele nunca soube. Apenas gritou que eu era uma vadia fria e calculista e que Gilda era uma "mulher de verdade", que o amava de verdade. Então eu fui embora. Peguei meu gato, liquidei minha metade da nossa empresa e desapareci. Três anos depois, entrei em uma festa de gala do setor e o vi do outro lado do salão: um homem quebrado. Ele me olhou com um arrependimento desesperado, mas eu apenas sorri. Minha vingança não seria barulhenta; seria o meu sucesso.”