“O médico me disse que eu tinha semanas de vida. Mas a verdadeira sentença de morte foi ver a mão do meu noivo deslizar para a da minha melhor amiga do lado de fora do quarto do hospital. Eles pensaram que eu não vi. Eles já tinham virado meu irmãozinho contra mim, o menino que eu criei. Ele a chamava de "mãe" agora. Na festa de noivado deles, realizada na minha casa e paga com o meu dinheiro, ele me olhou nos olhos. "Eu te odeio!" Minha própria família a elogiava por ser uma "mãe nata", enquanto o mundo celebrava a história de amor deles. Eles viam uma mulher fraca, morrendo, quebrada demais para revidar. Eles pensaram que tinham vencido. Então, eu dei a eles tudo o que queriam: minha empresa, minha fortuna, minha bênção. Mas também deixei um último presente, as últimas palavras de uma mulher morta. Quando eu morrer, eles herdarão meu império, mas serão para sempre marcados por um legado de vergonha eterna.”