“Três anos depois de ser rejeitada por "não ter loba", retornei ao território da minha antiga alcateia. Eu não era mais a garota humana patética; eu era a Luna do Supremo Alfa. Mas, para testá-los, vesti roupas cinzas simples e bloqueei meu cheiro. Meu ex-companheiro, Augusto, mordeu a isca instantaneamente. Ele me encurralou na Cúpula dos Alfas, zombando da minha aparência. - Precisamos de uma babá para lavar fraldas - ele zombou na frente dos dignitários. - Já que você é uma Desgarrada morta de fome, vou te oferecer o emprego. Você pode dormir no quarto dos empregados. Quando recusei, ele voltou seu veneno contra meu filho de três anos, chamando-o de "bastardo". Meu filho o mordeu em defesa. Foi quando a nova companheira de Augusto agarrou uma faca de prata letal e avançou contra meu filho. Eu me joguei na frente da lâmina. Ela rasgou meu ombro, a prata queimando como ácido. Augusto riu, pensando que tinha acabado de livrar o mundo de uma humana fraca. Ele não sabia que tinha acabado de derramar o sangue da lendária Loba Branca. O salão inteiro ficou em silêncio quando o chão começou a tremer. Meu marido, o Supremo Alfa, chutou as portas, seus olhos brilhando com uma intenção assassina. Ele não olhou para o Conselho trêmulo. Ele olhou para a faca no meu ombro. - Você derramou sangue real - ele sussurrou, o som aterrorizantemente baixo. - Fechem as portas. Ninguém sai vivo.”