“Na véspera do meu casamento, meu noivo me pediu para ser sua amante. Ele anunciou que se casaria com outra mulher, Bianca De Medeiros, e me humilhou publicamente, esperando que eu aceitasse ser sua sombra. Diante da traição e da perda da minha honra, rasguei meu vestido de noiva. Eu não seria a esposa dele. Eu seria a chefe. "Tia Isabela," ajoelhei-me diante da matriarca da família dele, "peço permissão para dissolver o noivado. E me casar com Hélio Luís, seu irmão, o verdadeiro Patriarca." A sala ficou em silêncio. Lauro, meu ex-noivo, invadiu a sala, furioso, me acusando de armar um escândalo. Mas então, o próprio Patriarca apareceu. "Quem ousa dizer que minha noiva seria uma amante?" Ele forçou Lauro a se ajoelhar e pedir desculpas. A era de Lauro em minha vida havia terminado. A era de Hélio Luís havia começado.”