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O Amor que Transcende Até a Morte

Capítulo 2 

Palavras: 1611    |    Lançado em: 15/12/2025

erda (Pont

espessa que parecia pairar no ar como uma mortalha. Observei Camila enquanto ela a

corpo inteiro que a fez cair de cara no chão. Um estalo s

itei, corrend

do bolo voar e, com um baque nauseante, meu lindo e cuidadosamente escolhido bolo "sinfonia do oceano" – uma delicada confe

rio. Despedaçado. As

foi mais rápido. Ele já estava lá, seus braços ao redor de C

ernura que enviou uma nova onda de dor através de mim. Ele nem

entiu minha preocupação. Eu era um fantasma na minha própria sala de estar. Minh

te me atingiu. Seus lábios se pressionaram em uma linha fina, um pedido de desculpas silencioso, talvez. Ou talvez,

eu, uma estranha mistura de acusação e defensiva. "Alícia, por que você n

estava me culpando? Pela falta de jeito dela? Senti um nó frio se formar em meu estômago. Era nisso que eu havia me

tão amorosamente trabalhadas, estavam esmagadas, sua beleza delicada destruída. Era uma met

eria era deixar este mundo com um pingo de paz, sem o engano deles pairando pesado no ar. Eles mereciam felicidade, mes

m, Caio. Acidentes acontecem." Minha voz soou perturbadoramente calma, até

olhar mais de perto. Peguei gentilmente a mão de Camila, exami

disse, minha voz suavizando apesar do c

lhantes. "Alícia, me desculpe. O bolo... seu ani

ertei seu braço, tentando transmitir um calor que eu não sentia. "Honestamente, estou feliz por ter vocês dois aqui. Esse é o verdadeiro p

ara o bolo. E um kit de primeiros socorros para a Camila." Ele se m

na. "Apenas se concentre na Camila. Eu posso limpar isso mais tar

rtindo em um milhão de pedaços, mesmo que meu tempo estivesse se esgotando. Eu só quer

pele parecia fria através da camisa. Acendi a luz, o b

co para você", eu disse, alca

mbros caídos. "Alícia, eu... eu me sinto péss

quê, querida? Foi um acidente. Pedimos um bolo novo amanhã. Ou melhor aind

o em seus olhos. "Não só pelo bolo. Por

será minha irmã." As palavras ficaram presas na minha garganta. Eu as dizia com cada fibra do meu ser. Ela era minha família. Mais que f

rramadas, seus lábios tremendo. Ela não disse nada, apenas me o

hos examinando Camila, depois a mim. Ele pigarreou novamente. "A área do bolo está limpa. Comprei um novo para vo

rceu. A sinfonia do oceano se foi, substituída por algo

ocionalmente. Caio colocou a pequena caixa de bolo branca na mesa de centro. O ar ainda est

aços ao meu redor, puxando-me para um abraço apertado. Ela

forto. Desejo a eles felicidade. Desejo a eles uma vida juntos,

puxou em direção à mesa de centro. "Ok, primeiro os presentes!", ela chilreou. Ela peg

m Camila. Ele a observava, não a mim, seus olhos cheios de uma intensidade que fez meu peito apertar. Meu cora

competitivo em sua voz. Ele pegou outra caixa, quase idêntica em tam

"De jeito nenhum! As damas prime

ravés de mim. Era tão fácil para eles, essa dinâmica lúdica, essa conexão natural.

abrir os dois ao mesmo tempo, assim não há favoritismo." Segurei as

dentro. Abri a de Camila primeiro. Dentro, em uma cama de cetim branco, havia uma delicada corrente de prata. Preso a ela, um pequen

u presa. Minha mão tr

E nela, um pingente em forma de uma majestosa cordilheira, seus

olhos de Caio estavam arregalados, fixos nas joias combinando. O rosto de Camila pe

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O Amor que Transcende Até a Morte
O Amor que Transcende Até a Morte
“No dia do meu aniversário de vinte e cinco anos, descobri que meu namorado de sete anos e minha melhor amiga estavam tendo um caso. Eles me deram colares iguais - um mar e uma montanha - o mesmo conjunto que eu tinha escolhido para ele como símbolo do nosso amor. Foi a confissão silenciosa deles, a confirmação da traição que eu acabara de testemunhar. Mais tarde naquela noite, minha melhor amiga foi atacada. Corri para o lado dela, apenas para ser recebida pela fúria do meu namorado. Ele me acusou de ser egoísta e de ter me atrasado, depois terminou comigo, me deixando sozinha e sangrando na neve depois que cuspi sangue por causa do meu câncer de pulmão terminal. Ele não viu o sangue. Ele não sabia que eu estava morrendo. Ele apenas me viu como um inconveniente. Meu mundo desmoronou. Eu estava escondendo minha doença para poupá-los da dor, apenas para descobrir que eles estavam construindo a felicidade deles sobre o meu sofrimento silencioso. Recebi a ligação dele do hospital, não por preocupação comigo, mas porque ele tinha acabado de descobrir a verdade sobre o meu câncer. Ele chegou tarde demais. Eu já estava em um avião para Curitiba, tendo enviado minha mensagem final: "Eu amo vocês dois. Sempre. Encontrem a felicidade de vocês. Eu vou ficar bem." Este foi meu último presente para eles - a liberdade deles, comprada com a minha vida.”
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