“Eu era a esposa perfeita e a mente por trás do império do meu marido. Por dez anos, acreditei que sua possessividade sufocante era a maior prova de amor que um homem poderia dar. Até que descobri a verdade. Ele me drogava todas as noites com um "suplemento para estresse", me deixando inconsciente para que pudesse me trair em nossa própria cama com a estagiária que eu mesma ajudei. As peças se encaixaram: a sonolência, o cheiro doce no quarto, tudo era parte de sua traição. Eu não era sua amada, mas uma prisioneira em uma gaiola dourada, uma boneca descartada enquanto ele se divertia. E no meio dessa humilhação, a descoberta mais cruel: eu estava grávida. Carregando o filho do monstro que me envenenava e profanava nosso lar. "Você nunca, nunca merecerá conhecer esse filho", eu jurei em silêncio. Com a ajuda de uma força misteriosa, eu tinha três dias para escapar. Eu não apenas desapareceria; eu forjaria minha própria morte, deixando Álvaro acreditar que ele mesmo havia me matado, para que ele se afogasse em sua própria culpa.”