“Como punição por uma cena de ciúmes que eu não fiz, meu marido, Rodolfo, me trancou no cofre abandonado da mansão. Ele disse que eu era "dramática demais" e precisava de um "tempo para pensar". Mas o sistema de climatização, que ele jurava estar quebrado há anos, foi ativado secretamente. O ar gelado jorrou, e eu morri congelada, batendo na porta de aço até minhas unhas quebrarem. Meu espírito flutuou para fora e o encontrou na sala, rindo com sua "melhor amiga", Maísa, a verdadeira culpada por tudo. "Ela vai aprender a lição, meu amor", ela sussurrou, antes que ele a levasse para o nosso quarto, para a nossa cama, sem sequer olhar para trás. O homem que me prometeu um império me deixou morrer por uma mentira, cego pela manipulação da mulher que o cobiçava há anos. Eu era apenas um estorvo a ser descartado. Mas a morte não foi o fim. Presa como um fantasma, fui condenada a assistir à sua felicidade construída sobre meu túmulo, esperando o momento em que a verdade viria à tona para esmagá-lo. E eu faria com que ele pagasse.”