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Minha irmã roubou meu companheiro e eu a deixei

Capítulo 2 – FRIO E VAZIO

Palavras: 1098    |    Lançado em: 17/12/2025

IVA DA S

açado por um grito agudo que

Onde voc

com seus cabelos dourados voado atrás dela e as bochechas ruborizadas de tanto correr. Se

o repentino da minha irmã me

te como se ela fosse um sonho do qual ele tinha medo de acordar. O desejo puro em seus olhos era

Celeste, sua voz se despedaçando. Quando ninguém

hegando-a contra seu peito enquanto minha mãe e meu irmão se juntavam ao abraço. Os membros entrelaçados

eu também tinha perdido meu p

nto que deu seus primeiros passos, todos a observaram, admiraram

os dela enchiam o ambiente

com o pouco de dignidade que me restava

virou enquanto eu

sa, deixando rastros salgados nas bochechas, mas o v

oi no quarto do Daniel

mpurrei, encontrei meu filho de nove anos encolhido com os joe

muito baixa e tinha um

orma de carro de corrida. "Que

, preocupado. "Tem algo err

s que o homem que o ensinou a rastrear cervos no último verão se foi? Alisei seu joelho

el tinha uma certeza assustadora

dos laços da Alcateia. E, ainda assim, ali estava ele, demonstrando a sensibil

u, não carregaria a vergonha de ser a filha defeituosa

de mel e suor infantil. Por mais que eu lamentasse os acontecimentos desastroso

na minha vida, a única pesso

re os ombros dele, ele me olhou com aqueles olh

i vão estar se

pelos cabelos dele, do jeito que fazia quando ele e

a noite, como se o sol tivesse nascido depois de uma década de escuridão, era um olhar que ele nunca me deu? Que o abraço de

ijo em sua testa franzida. "Seu Papai e eu amamos você

nto me emocionou.

ta dele, demorando um pouco mais do qu

anto eu mexia distraída na geladeira. Garrafas de vidro tilin

nha chega

a noite no hospital, conforta

cheram o vão da porta da cozinha. A luz da lua destacava os ângulos rígi

o meu ombro. Seu cheiro de cedro e chuva me envolveu por um breve e

r?" Minha voz soou fraca no

se flexionando sob a barba por fazer que eu nunca tive permissão de toc

Atlas carregando o mundo. Eu conhecia essa dan

me movi lentamente

aphi

re era um choque, como ser

ia sombras sob as maçãs do rosto dele

amos co

pelo meu corpo. O aperto no balcão fez os n

. Apenas o Kieran com sua ef

o div

eu esperei que es

inda me cortou c

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Minha irmã roubou meu companheiro e eu a deixei
Minha irmã roubou meu companheiro e eu a deixei
“"Minha irmã tentou roubar o meu companheiro. E eu deixei que ela ficasse com ele." Nascida sem uma loba, Seraphina era a vergonha da sua Alcateia. Até que, em uma noite de bebedeira, engravidou e casou-se com Kieran, o impiedoso Alfa que nunca a quis. Mas o casamento deles, que durou uma década, não era um conto de fadas. Por dez anos, ela suportou a humilhação de não ter o título de Luna nem marca de companheira, apenas lençóis frios e olhares mais frios ainda. Quando sua irmã perfeita voltou, na mesma noite em que o Kieran pediu o divórcio, sua família ficou feliz em ver seu casamento desfeito. Seraphina não brigou, foi embora em silêncio. Contudo, quando o perigo surgiu, verdades chocantes vieram à tona: ☽ Aquela noite não foi um acidente; ☽ Seu "defeito" era, na verdade, um dom raro; ☽ E agora todos os Alfas, incluindo seu ex-marido, iam lutar para reivindicá-la. Pena que ela estava cansada de ser controlada. *** O rosnado do Kieran reverberou pelos meus ossos enquanto ele me prendia contra a parede. O calor dele atravessava as camadas de tecido da minha roupa. "Você acha que é fácil assim ir embora, Seraphina?" Seus dentes roçaram a pele não marcada do meu pescoço. "Você. É. Minha." Uma palma quente subiu pela minha coxa. "Ninguém mais vai tocar em você." "Você teve dez anos pra me reivindicar, Alfa." Mostrei os dentes em um sorriso. "Engraçado como você só se lembra que sou sua... quando estou indo embora."”