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Minha irmã roubou meu companheiro e eu a deixei

Capítulo 5 – O FUNERAL

Palavras: 1711    |    Lançado em: 17/12/2025

IVA DA S

o entanto, o silêncio desconhecido da nova casa parecia mais estrondoso do que qualquer ausência. Cad

or temático de Star Wars, respirando de forma tranquila e ritmada. Graças à lua por essas pequenas misericórdias. Esta cas

e passaram pelas minhas cortinas blackout,

rraríamos

via morrido muito antes do coração dele parar de bater. Não, era a perspectiva de enfrentar os olhares críticos da

como unhas raspando em uma l

o ar. Lá estava ele, já vestindo o terno preto que escolhemos

lançou um sorriso que n

nino que me encarava tinha o maxilar forte do Kieran e seu olhar penet

rrei, alisando sua la

e colocou o videogame de lado. "Vamos", sussurrou,

a coragem do Daniel vacilou. Os nós dos seus dedos f

mão sobre seu ombro

s despedaçaram o meu coração. "A gente não... não conseguiu se

pai havia se tornado algo normal para mim, o Daniel tinha perdido seu

m aqui, meu amor." Minha voz falhou. "E aqui." Toquei suavemente s

lo, um pouco da tensão deixand

ont

ça de que eu precisava.

trajes negros de gala, aliados de territórios vizinhos e alguns associados humanos que faziam

o primeiro banco. A cabeça da minha mãe desca

us

diava através das janelas de vitral douravam suas ondas loiras perfeitas, seu vestido de esti

quando nos aproximamos. Não para mim, nunca para mim , mas par

equeno corpo dele desaparecendo contra a roupa preta rendada dela. Rest

, mas seu ódio não havia diminuído. Ela se afastou enquanto eu me sentava,

o salão e pousar em outra família que não me queria. Os Blackthornes ocupavam o lado opost

a olhando. Assim como minha família me rejeitava, os Blackthornes se recusav

passado para o Kieran. Agora, ela me olhava friamente. Tenho certeza de que estava radi

r das garras da minha mãe e agora formava uma barreira viva entre mim e

ser corajoso. Os acordes tristonhos do órgão sinalizavam o início da cerimônia.

*

a Celeste escolheu

spalhava punhados de terra sobre o caixão do nosso pai. Esperou até que a multidão se dispe

om os preparativos do funeral." A voz del

Minha única mensagem oferecendo assistência ficou sem resposta e a ausência de ret

e pontas afiadas. "Como se algu

", sibilou. "Por dez anos você brincou de casinha com a minha vida. Mas vou retomar o que

ir na frente do t

todos eles. Do amor, da lealdade, do coração

-revolvida. Hoje era sobre homenagear meu pai, nã

e sempre

rosto da Leona se iluminaria, como os braços da Kieran se abririam instintivamente... Quando Daniel se moveu ao meu lado, vislumbrei a confirmação com

minha. Meu menino corajoso, sempre me pr

m, o Daniel merecia sua família. "Claro, querido." Meu beij

idade de um avô, enquanto Leona arrumava o terno dele. Pelo menos o

raco escancarado na terra. O b

grimas caindo não só pelo pai que perdi, ma

macia enquanto eu buscava o refúgio do meu carro. Eu esperaria

aminho para fora do cemit

ados. O minuto seguinte: um pesadelo de rosnados e gritos quando

ni

rrom enorme do meu irmão protegia nossa mãe, suas presas gotejando em carmesim. Do out

embrou da filha sem lobo, da comp

rusos

formas magras se aproximavam, narinas se d

asgou a cacofonia. On

orça, o mundo girando enquanto eu me arrastava para trás. Um lobo renegado cadavérico

tudo, eu morreria

Meu ombro estava em chamas, um líquido quente e espesso escorri

lquer divindade que pudesse estar ouvin

gado a

sombra negra interceptou no ar e o som nauseante de ossos se

os e presas à mostra, estava um enorme l

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Minha irmã roubou meu companheiro e eu a deixei
Minha irmã roubou meu companheiro e eu a deixei
“"Minha irmã tentou roubar o meu companheiro. E eu deixei que ela ficasse com ele." Nascida sem uma loba, Seraphina era a vergonha da sua Alcateia. Até que, em uma noite de bebedeira, engravidou e casou-se com Kieran, o impiedoso Alfa que nunca a quis. Mas o casamento deles, que durou uma década, não era um conto de fadas. Por dez anos, ela suportou a humilhação de não ter o título de Luna nem marca de companheira, apenas lençóis frios e olhares mais frios ainda. Quando sua irmã perfeita voltou, na mesma noite em que o Kieran pediu o divórcio, sua família ficou feliz em ver seu casamento desfeito. Seraphina não brigou, foi embora em silêncio. Contudo, quando o perigo surgiu, verdades chocantes vieram à tona: ☽ Aquela noite não foi um acidente; ☽ Seu "defeito" era, na verdade, um dom raro; ☽ E agora todos os Alfas, incluindo seu ex-marido, iam lutar para reivindicá-la. Pena que ela estava cansada de ser controlada. *** O rosnado do Kieran reverberou pelos meus ossos enquanto ele me prendia contra a parede. O calor dele atravessava as camadas de tecido da minha roupa. "Você acha que é fácil assim ir embora, Seraphina?" Seus dentes roçaram a pele não marcada do meu pescoço. "Você. É. Minha." Uma palma quente subiu pela minha coxa. "Ninguém mais vai tocar em você." "Você teve dez anos pra me reivindicar, Alfa." Mostrei os dentes em um sorriso. "Engraçado como você só se lembra que sou sua... quando estou indo embora."”