“Meu noivo e minha prima destruíram a minha vida. A traição deles levou ao suicídio da minha mãe e à morte da minha avó. Eles me incriminaram por incêndio criminoso e eu fui para a cadeia. Três anos depois, sou cirurgiã de trauma. As portas da emergência se escancararam, e lá estava ele, carregando-a nos braços. Ela estava grávida e sangrando até a morte. Ele me implorou para salvá-los. "Salva ela, Alana. Por favor. Salva as duas." Depois, me acusou de querer vingança, com os olhos cheios de ódio. "Você está adorando isso, não está?" O homem que tirou tudo de mim agora estava de joelhos, seu mundo dependendo da minha habilidade. Eu era a única que podia salvar a mulher que roubou a minha vida. Eu fiz o meu trabalho. Salvei as duas. Mas, ao sair do hospital naquela noite, o carro dele estava lá, bloqueando meu caminho. Não era um encontro casual. Ele estava de volta para reivindicar o que achava que era seu.”