“A médica me deu três dias de vida. Três dias para expor a negligência do meu noivo, Lorenzo, e a crueldade da minha família. Fui até a festa da minha irmã adotiva, Bruna, para implorar por ajuda. Mas ele me humilhou na frente de todos, rasgando meu diagnóstico terminal. "Drama patético", ele disse, me acusando de estragar a noite de sua amada. Meus pais me olharam com desprezo, e eu fui abandonada por todos, cuspindo sangue no chão da mansão. Foi então que a verdade me atingiu como um raio: Bruna, a irmã perfeita, vinha me envenenando lentamente desde a infância para roubar tudo o que era meu. Mas eu não morreria em silêncio. Com minhas últimas forças, gravei sua confissão e, antes do meu último suspiro, enviei o áudio para Lorenzo e para todo o conselho do clã. Eles iriam pagar.”