“No nosso sexto aniversário, descobri que meu noivo, Caio, tinha dado o medalhão de herança da minha avó para sua colega "frágil", Carmen. Quando o confrontei, ele me deu um tapa no rosto. Depois, me arrastou para a neve, forçando-me a ficar de joelhos para pedir desculpas a Carmen por tê-la chateado. O estresse e a violência dele provocaram um aborto espontâneo. Eu estava perdendo nosso bebê bem ali, aos pés dele. Ele nem sequer notou o sangue manchando a neve. Estava ocupado demais consolando a mulher que escolheu em vez de mim e do nosso filho. Eu fui embora naquela noite e nunca mais olhei para trás. Três anos depois, após construir uma nova vida e uma confeitaria de sucesso, ele apareceu na minha porta, a sombra do que já foi, morrendo de câncer. Ele desabou, tossindo sangue aos meus pés, implorando por um perdão que eu não tinha mais para dar.”