“Dei oito anos da minha vida ao meu namorado, Bernardo. Fui sua leal assistente jurídica e parceira devotada, sacrificando uma promoção e até mesmo um filho pelo futuro que ele nos prometeu. Então, ouvi a verdade do lado de fora de seu escritório. Ele me chamou de "mercadoria avariada", rindo com a mulher a quem ele deu o meu cargo. Sua crueldade aumentou. Ele me humilhou publicamente e depois me baniu para o arquivo morto no porão do escritório. Quando invasores me atacaram lá, eu liguei para ele, sangrando e implorando por ajuda. "Você está sendo dramática", ele disse, e desligou. Ele me deixou para morrer. O trauma me fez perder o bebê que eu nem sabia que estava esperando. Deitada em uma cama de hospital, vi sua postagem nas redes sociais: uma selfie sorridente com ela, com a legenda #Abençoado. Foi nesse momento que decidi desaparecer. Ele achou que tinha me quebrado. Estava enganado. Ele apenas me libertou.”