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Grávida do CEO, Humilhei o Ex que me Traiu

Capítulo 4 No.4

Palavras: 623    |    Lançado em: 25/12/2025

ina a atingiu três

fugaz; a realidade era que ela ainda era casada com um ho

a de uma

Não havia placa, apenas uma aldrava de latão em

ísque envelhecido. Jazz tocava suavemente ao fundo. Se

mais caro que tive

s. A queimação a trouxe de vo

entrar uma rajada de vento

ustava mais que um carro. Parecia exausto. Sentou-se a dois banco

zumbindo no sangue,

te. O maxilar definido, os

usto Si

eria desviar o olhar. Mas o

alcão de mogno em direçã

, Diretor Silve

ando seu rosto. Não parecia reconhecê-la dos arquivos de pessoal ainda - a foto dela lá tinh

perguntou ele, a voz

u. Foi um

cê. Você é o homem que c

ncelha. Um lampejo de di

vo

fantasma - m

mente na madeira polida. Olhou-o de cima

para ficar preso num

e você estar sozinha num bar

u uma nota de cem dólares de se

eles se agarram a você e sugam sua energia até você ser apen

s uma bêbada qualquer. Era inteligente, quebrada

odos os dias - di

e as patentes sem nomeá-las. Falou so

eu sua própria bebida e a observou

O uísque a atingiu de es

rmurou. - Acho qu

disparou, segurando-a pelo cotovelo.

AM

dia fazer isso. Não podia ser tão desastrosa na

ela, gesticulando para a nota

bar, encarando a porta, imaginando quem diabos era aquela mulher br

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Grávida do CEO, Humilhei o Ex que me Traiu
Grávida do CEO, Humilhei o Ex que me Traiu
“Durante cinco anos, vivi como a Sra. Juliano Viana, a esposa troféu que sorria em bailes de gala enquanto meu marido levava o crédito por cada patente científica que eu mesma escrevia em segredo sob um pseudônimo. No dia do meu aniversário, o castelo de cartas desmoronou quando descobri que ele não apenas me traía com minha melhor amiga, mas planejava vender minha pesquisa revolucionária e me internar em um hospital psiquiátrico para garantir meu silêncio eterno. Em poucas horas, fui expulsa da minha própria casa sem um centavo, acusada de fraude corporativa e perseguida por mercenários nas ruas de Nova York. Vi meu nome ser arrastado pela lama enquanto Juliano usava meu gênio para construir um império de mentiras, deixando-me à beira da morte em um beco escuro sob uma chuva torrencial. Não conseguia entender como o homem que jurei amar podia ser o arquiteto da minha destruição, transformando minha dedicação em uma arma contra mim. A injustiça queimava mais que o frio da noite; eu era a criadora de tudo, mas para o mundo, eu não passava de uma sombra descartável e instável. Quando as luzes de um carro blindado cortaram a escuridão e Augusto Silveira, o maior rival do meu ex-marido, estendeu-me a mão, percebi que meu tempo de silêncio havia acabado. Entrei naquele veículo pronta para desmantelar o império Viana, sem saber que carregava no ventre o segredo que tornaria essa guerra definitiva.”