“Achei que meu casamento arranjado com o magnata implacável Arthur Montenegro era uma história de amor quando ele arriscou a própria vida para me salvar. Mas quando sua frágil amiga de infância, Larissa, apareceu, eu vi a verdade. Ele entrava em pânico se ela sofresse um simples corte de papel, mas nem piscava quando eu saltava de aviões. Com a bênção dele, ela roubou minha empresa, o trabalho da minha vida. Na minha própria festa de aniversário, ele a anunciou como a nova diretora. Quando gritei a verdade, ele me dopou. Me jogou em um quarto escuro e isolado no porão por três dias, sem comida nem água, porque Larissa alegou que eu estava "instável". Ele me arrastou para fora, fraca e quebrada, e exigiu que eu ficasse de joelhos e pedisse perdão à mulher que havia me destruído. Eu finalmente entendi. O "amor" dele nunca foi amor. Era indiferença total. Ele simplesmente não se importava se eu vivia ou morria. Então, depois que ele acreditou na última e cruel mentira dela e me deixou para morrer, peguei os papéis do divórcio que ele havia assinado descuidadamente e fui embora. Desta vez, para sempre.”