oi buscá-las, elas estavam com a mãe,
ra e antiga demais para ser chamada de nova. A pintura clara tentava disfarçar as rachaduras sutis nas paredes externas,
ltou do carro assim que
brilhando como se tivesse acabado de
las casas de filme! Mãe, eu vou
janela, com a sensação estranha da cidade ainda grudando nela como umidad
- murmurou, antes de f
o porta-malas. A mãe estava visivelmente cansada da viagem e tentava manter o controle, enquanto o pad
boa impressão. - disse, sem olhar para ninguém em específico, m
mesmo tentando, a casa ainda não estava em ordem. Kaya se sentiu enojada, cheirava madeira ant
Nilufer anunciou, pegando o
- a mãe chamou,
e e foi indo ver o outro, sem pressa, sentindo cada pas
mo sempre, mas tinha uma janela grande que dava para os fundos da casa, onde o
falou pe
anto a voz dela. E vou ter b
e nenhuma de organizar nada, porque cada objeto parecia carregar memórias que preferia
julgada por se entristecer com isso. Desempacotou apenas algumas poucas coisas: roupas pretas, cadernos de desenhos, lápis colo
ya? De novo, você
ecia que as coisas nunca eram doces nem fáceis, tudo era pesado demais, irritante demais
rando um maço de cigarros amassado entre
Kaya perguntou, já senti
as! - a mãe responde
significa? O que pensa que
são meus. - Ka
que se segu
a mãe disse, com a voz treme
á te disse isso várias e várias vezes,
m cigarro. Seu marido vive
! - respondeu Y
nunca? Sempre quere
iu, se
você dizer i
ponder, mas Callum apareceu n
aqui? Ela já quer
pondeu, sem tirar
ua sendo um péssimo exempl
quarto, cruz
começou, com aquele tom con
sua irmã. Olha a Nilufer. Educada. Apr
com a mão, apontando
Is
r dentro de si. E o enf
se - disse, ava
cendo
a, que vai ficar mal falada de nov
ostura... você enver
- Yesenia tentou inter
e droga escondida
ue alguém vai te respeitar assi
iu o rost
re mim. Devia se preocup
iciente - e
trabalho, que nunca
reito de ficar falando essas mer.d
sair e nunca
oar de guerra. Callum ficou imóvel
quem te cria e me ajuda a te sustentar, tem que res
seja i
nunca me respeitou! - Kaya r
jeito e espera o quê? Que eu sorri
acto antes da dor, sua cabeça virou de lado, e o gosto metálico se
a respeitar - Yesenia dis
ê ache. Enquanto depend
ede, com os braços cruzados, incomodada. Não disse um
ya disse, co
- Callum
arto. - Ela disse
mãe dela falou,
! - ela
ele iria a agredir, mas a
por hoje
igo. Sem sair de ca
testa na madeira, respirando com dificuldade enquanto as mãos tremiam e o ros
s cadernos caíram no chão, roupas se espalharam, e ela empurrou tudo, jogando objetos co
rou, sentando no chão nervosa, s
o vento e, do lado de fora, as árvores se moviam lentamente, sombras se alongando confor
de tarde, entrou no quarto, trazendo novamente aquele cheiro familiar. Ela olhou para trás uma última vez. A cas
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